Política

‘Venham pra cima, não vão me pegar’, afirma Bolsonaro sobre investigações envolvendo o filho

De acordo com o presidente, ele e sua família estão sendo alvo de perseguição

Por Redação Tupi

De acordo com o presidente, ele e sua família estão sendo alvo de perseguição
(Foto: Reprodução)

Nesta quinta-feira, durante sua visita oficial nos Estados Unidos, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), comentou sobre o inquérito do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) que tem como alvo o seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL). Segundo o presidente, o único objetivo dessas investigações seriam atingi-lo.

Para o presidente, o MP-RJ está “fazendo um esculacho” com Flávio, para lhe prejudicá-lo. Em Dallas, no Texas, Bolsonaro declarou: “Façam justiça! Querem me atingir? Venham pra cima de mim! Querem quebrar meu sigilo, eu sei que tem que ter um fato, mas eu abro o meu sigilo. Não vão me pegar”.

Bolsonaro ainda relembrou que o Ministério Público já havia quebrado o sigilo de seu filho: “É a jogadinha, quebraram o sigilo bancário dele (Flávio) desde o ano passado e agora, para dar um verniz de legalidade, quebraram oficialmente o sigilo dele. Mas, se eu não me engano, 93 pessoas (…) O objetivo, querem me atingir? Quebrou o sigilo bancário desde o ano passado. Isso aí é ilegalidade. O que diz a jurisprudência? Eu não sou advogado, nulidade de processo. Fizeram aquilo pra prejudicar”.

Jair Bolsonaro continuou afirmando que, o motivo para a “perseguição” a ele e a sua família, seria a insatisfação de setores como o Ministério Público e a imprensa ao seu governo: “Desde o começo do meu mandato o pessoal está atrás de mim o tempo todo, usando a minha família, quebram o sigilo de uma ex-companheira minha, que eu estou separado há 11 anos dela, que nunca foi empregada no gabinete isso. Por que isso? Eu me pergunto, por que isso? Qual a intenção disso? 93 pessoas? Eu não quero acusar outras pessoas de nada não, mas está escandaloso esse negócio”.

E concluiu sua fala sobre as investigações afirmando: “Você sabia que naquele grupo junto do (ex-assessor de Flávio, Fabrício) Queiroz, tinha umas 20 pessoas, uns 20 funcionários? O meu filho estava com 1,2 milhão. Segundo Queiroz teria movimentado, a verdade é metade, porque o Coaf mostra o que entra e o que sai. Tinha uma senhora lá, empregada de um deputado do PT, que teria movimentado, na mesma circunstância, 49 milhões de reais. O que aconteceu com este deputado? Ele foi eleito neste ano presidente da Alerj, ninguém tocou no assunto”.

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