Jornalismo

Investigação da polícia ainda não sabe de onde partiram tiros que mataram menino Kauan na Chatuba

Familiares fizeram protesto e pediram respostas sobre crime

Foto: Reprodução/Facebook

As investigações da Polícia Civil ainda não esclareceram de onde partiram os disparos que mataram o menino Kauan Pimenta, de 12 anos, no último sábado. A criança foi atingida por dois tiros enquanto ia comprar um lanche em uma lanchonete na comunidade da Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense.

O laudo da necropsia confirma que Kauan foi atingido por dois tiros: um que atravessou o tórax e feriu o pulmão direito. A bala teria saído pelo pescoço e causou a morte do menino. O segundo tiro atingiu o rosto. O corpo da criança foi enterrado na última segunda-feira.

Kauan morava com a mãe e estava passando o fim de semana com o pai na comunidade da Chatuba. A família disse que na noite de sábado (16) o menino saiu de casa para comprar um lanche, quando foi atingido por tiros. Segundo testemunhas, PMs atiraram na criança.

A Polícia Militar apresentou uma versão diferente. A corporação afirmou que agentes do batalhão de Mesquita estavam em patrulhamento na comunidade quando foram atacados por criminosos. Os policiais revidaram e começou um tiroteio. A PM disse ainda que os suspeitos fugiram e depois o menino foi encontrado caído atrás dos policiais.

Parentes e crianças fizeram uma manifestação em frente ao Fórum de Mesquita para pedir uma solução do caso. O caso continua sob investigação da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense.

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