Artigo de opinião

O papel do jornalista na crise do coronavírus

Por Marcos Antonio de Jesus

(Foto: Diogo Sampaio/Super Rádio Tupi)

Quando decidi ser jornalista sabia que nem todos são colocados como Âncoras. Sabia que nem todos ganhariam salários de 2 (em alguns casos 3 ou mais) dígitos. Mas tinha uma certeza: eis uma profissão que serviria de ligação entre os fatos e a população. Esse é o papel do jornalista. E este momento que atravessamos não é diferente dos outros.

Com a crise do coronavírus, a função do jornalista é informar. Sim, corremos o risco de sermos infectados. Não somos máquinas (apesar de que elas também têm problemas, caso contrário, não teríamos oficinas de conserto). Mas não podemos nos furtar de informar as pessoas como elas devem proceder. Como estão as ações para combater o avanço da doença.

Assim como os médicos, os bombeiros e tantas outras profissões, nós, no nosso campo de ação, estamos na linha de frente para levar ao público a informação de tudo o que está acontecendo no mundo, no país, nos estados, no nosso bairro, na nossa rua.

Todos temos parentes, amigos, pessoas muito próximas com idade avançada e é por elas que estamos na luta. É por elas que vamos todos os dias batalhar pela informação, na fonte. Se nesta hora nós nos recolhemos, quem fará o papel da interlocução com a população?

Se retrocedermos no nosso papel, daremos muito mais espaço para as redes sociais (que não estou censurando) com os seus prós e contras. O jornalista é a ponte por onde passam as informações para que cheguem ao povo. Se não fizermos o nosso papel, o povo vai ficar ilhado.

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