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Brasil

Fiocruz divulga balanço de dois anos da pandemia

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Castelo da Fiocruz
(Foto: Mateus Mesquita / Super Rádio Tupi )
Castelo da Fiocruz

(Foto: Mateus Mesquita / Super Rádio Tupi )

A Fundação Oswaldo Cruz divulgou nesta quarta-feira o balanço de dois anos da pandemia da Covid-19. Ele mostra uma perspectiva da evolução da epidemia, dividida em fases, desde a descoberta do vírus até os dias atuais. Com base nos estudos de pesquisadores da própria Fiocruz, o documento sintetiza a dimensão das perdas, totalizando 388 milhões de casos no mundo. O Brasil, com 26 milhões casos, representa 6,7%. O balanço confirmou 5,71 milhões de óbitos em todo o planeta e mais de 630 mil no país, 11% do total.

O estudo aponta ainda para um cenário preocupante, com rápida transmissão da variante ômicron e especulação sobre o fim da pandemia. Para os pesquisadores do Observatório Covid-19 Fiocruz, a cada fase da pandemia se apresentam novos desafios. O monitoramento da nova variante, associado ao estudo genético das mutações, sugere rápido crescimento de casos, por conta da capacidade de propagação, 70 vezes maior que a Delta.

Alguns pesquisadores defendem que se trata de uma variante menos agressiva, uma vez que a ocorrência de hospitalizações e óbitos não acompanha a curva de crescimento dos casos. Porém, não há consenso sobre o assunto, observam os pesquisadores.
Alguns países e agências de saúde já discutem ou vêm adotando a transição de pandemia para endemia.

Para os pesquisadores, a mudança não representa a eliminação do vírus e da doença, nem mesmo a desobrigação de medidas de proteção individuais e coletivas. A Fiocruz aponta que a vacinação hoje é considerada prioridade para o controle da pandemia.

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