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Brasil

Na porta do Alvorada, Bolsonaro se recusa a falar com jornalistas e volta a defender uso da cloroquina

Alguns dos apoiadores presentes no local carregavam faixas em prol da substância

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(Foto: Carolina Antunes/ Presidência da República)

Alguns dos apoiadores presentes no local carregavam faixas em prol da substância
(Foto: Carolina Antunes/ Presidência da República)

O presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem Partido), conversou com apoiadores na porta do Palácio da Alvorada, no final da tarde deste sábado, e comemorou os relatos de pessoas que afirmaram terem se curado da Covid-19 através do uso da cloroquina. Entre os presentes no local, haviam ainda cartazes com propagandas do medicamento.

Sem querer responder aos questionamentos dos repórteres, Bolsonaro limitou-se a dizer que “toma quem quer” a substância, enfatizando no entanto ser a droga a única possibilidade de cura para a doença respiratória provocada pelo novo coronavírus. A recusa de falar com a imprensa aconteceu um dia após a divulgação da reunião ministerial do dia 22 de abril.

Mais a frente, diante das queixas de agressão feitas pelos cinegrafistas que estavam no local, Bolsonaro interviu. “Faço um apelo para ninguém agredir a imprensa”, pediu o chefe do Executivo.

Antes de entrar na residência oficial, o presidente ainda ouviu alguns agradecimentos de apoiadores. Para os populares presentes no cercadinho, Bolsonaro “defendeu o povo” em suas falas na reunião ministerial divulgada.

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