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Viral: Confira as dicas para quem busca produzir conteúdo de sucesso no TikTok ou no reels do Instagram

Especialista Marcello Sortino dá algumas dicas de como bombar nas plataformas de vídeos curtos

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Usuários do Tik Tok que viralizaram na rede social
Usuários do Tik Tok que viralizaram na rede social. (Foto: Reprodução)

O aplicativo chinês TikTok conquistou os jovens e as crianças e trouxe na carona a criação de outras plataformas de vídeos curtos, como o Kwai, também chinês e nos reels do instagram. Para quem ainda não se familiarizou com a linguagem desses meios, o diretor criativo de grandes marcas, filmmaker e publicitário Marcello Sortino, dá dicas para acertar na produção.

Ambas as redes sociais têm uma linguagem dinâmica e são marcadas pela diversão, sendo a rapidez o mandamento. “Use uma linguagem dinâmica, rápida, que capte a atenção instantaneamente, com cortes rápidos”, explica Sortino.

Cada vídeo deve ter 15 segundos de duração. “Este é o tempo suficiente quando o vídeo é bem feito, pois o que capta a atenção do espectador, são os primeiros 3 segundos”. Os desafios fazem sucesso. Costumam ser dancinhas com uma música específica. Cada um grava vídeos das coreografias e isso ajuda a viralizar o nome da marca ou do produto em questão. Celebridades e influencers podem entrar nesses desafios, o que amplia a audiência.

Um exemplo nessa linha é o lançamento do clipe Envolver, da cantora Anitta, cuja coreografia viralizou. Não foi por acaso. A artista tem uma equipe responsável por criar estratégias de viralização. Mas, se você não tem o staff da Anitta, tudo bem. Basta ficar antenado nas tendências. Só o fato de começar a investir em vídeos já é um diferencial para o seu negócio, já que o consumo destes materiais aumentou na pandemia e eles seguem em alta.

O comportamento foi observado ainda no início do confinamento, em abril de 2020, pela empresa global de medição e análise de dados Nielsen. Segundo dafis, o isolamento em casa poderia levar a um aumento de quase 60% na quantidade de conteúdo audiovisual consumido. A estimativa se confirmou, conforme outro levantamento feito posteriormente pela Nielsen em parceria com a Toluna, que mostrou que o consumo de vídeos, filmes ou programas de televisão se tornou a principal atividade de brasileiros na internet durante o período de pandemia. Foram ouvidas 1.260 pessoas das classes A, B e C e 97,5% reportaram uso diário da Internet em meio ao isolamento social, sendo que 93,2% responderam que o acesso ocorreu para consumo de filmes, vídeos e programas de TV.

Este movimento se refletiu nas campanhas publicitárias. Marcello Sortino sentiu este aumento: “Enquanto diversos segmentos foram prejudicados pela pandemia, posso dizer que o meu aumentou a demanda, porque as marcas perceberam que pensar apenas no ponto de venda não faz sentido algum. As redes sociais são agora suas novas vitrines”, explica.

Para ele, é um movimento sem volta. “Não há mais como pensar em comunicação sem usar a internet, em especial as redes sociais. E o vídeo é a linguagem que mais tem adesão e prende a atenção do público”, diz Marcello.

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