Esportes

Empresas em situações delicadas fazem Flamengo ligar ‘sinal de alerta’

Clube viu patrocinador romper contrato e fornecedor atrasar pagamento tendo a crise financeira como justificativas

Por Redação Tupi

A crise financeira causada pela pandemia do novo coronavírus fez o Flamengo ligar o sinal de alerta quanto às verbas recebidas por patrocinadores. Em menos de um mês, o clube se viu em três situações distintas que tiveram influência direta causada pela doença. A Adidas, por exemplo, que é fornecedora de material esportivo, ainda deve uma quantia que vencia em março – quase R$ 9 milhões – e alegou situação financeira delicada para justificar a falta de depósito.

No mês de março, a Azeite Royal, que estampava sua marca no calção do Flamengo, rompeu o contrato com o clube, assim como fez com os outros três grandes do futebol carioca. O vínculo tinha a previsão do recebimento de R$ 3 milhões anuais e o caso está aos cuidados do departamento jurídico do Flamengo. A justificativa para a saída da empresa também foi a crise causada pelo coronavírus.

E a situação não atrapalhou somente as marcas que já estampavam as marcas no uniforme do clube. A Amazon – empresa do ramo de vendas online e dona de uma das plataformas de streaming mais populares do mundo – também tinha conversas avançadas com o Flamengo. No entanto, sem jogos para estampar a logo, as conversas estão estagnadas. A empresa tem interesse em ser patrocinadora máster e a diretoria está otimista por cifras históricas.

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