Botafogo

Encostou! Botafogo vence o Vila Nova no sufoco e se aproxima de vez do G-4 da Série B do Brasileirão

Alvinegro alcança a quinta posição, com 32 pontos, a um do grupo de acesso

Por Bruno Gentile

Botafogo vence o Vila Nova por 3 a 2 pela Série B
(Foto: Vítor Silva/Botafogo)

Foi na raça! Depois de ótima etapa inicial e sufocante 45 minutos finais, o Botafogo confirmou o favoritismo, venceu o Vila Nova por 3 a 2, neste domingo (22),no Estádio Nilton Santos, pela 20ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, e encostou de vez no G-4 da competição, alcançando a quinta colocação, com 32 pontos, a apenas um do Avaí, que abre o grupo de acesso à elite do futebol nacional. Chay, Rafael Navarro e Diego Gonçalvez, de pênalti, fizeram a favor dos mandantes, enquanto que Clayton e Rafael Donato diminuíram. Com o resultado, os comandados de Enderson Moreira poderão permanecer na posição se Guarani, Náutico e Sampaio Corrêa tropeçarem em seus confrontos.

O primeiro tempo de jogo contou com domínio quase que total do Glorioso, apesar das poucas finalizações em direção ao gol. O time goiano, por outro lado, que tem o pior ataque da Segunda Divisão e não marcou nas últimas quatro partidas, sequer criou alguma oportunidade ofensiva relevante. A superioridade alvinegra logo se traduziu em números. Isso porque, aos 3 minutos, os donos da casa já abriram o placar: após cruzamento pelo lado direito de Pedro Castro, Chay apareceu livre na área e cabeceou A bola explodiu na trave, voltou no goleiro Georgemy e entrou, sem chances de reação para o camisa 1.

A partir daí, com o marcador a favor, os comandados de Enderson Moreira passaram a controlar ainda mais o duelo e girar os passes, deixando o adversário acuado. Aos 20, os mandantes aumentaram a vantagem, com Rafael Navarro. Hugo recebeu lançamento longo na faixa esquerda, cruzou rasteiro próximo ao círculo da cal e encontrou o centroavante, sozinho, ao se antecipar, para deslocar o arqueiro e empurrar às redes, sem dificuldades, fazendo 2 a 0 no Nilton Santos. Nesta altura, o Botafogo tinha somente dois chute à meta e dois tentos, com 100% de aproveitamento.

Com o confronto inteiramente dominado, os cariocas continuaram à frente e pressionando os visitantes. Aos 30 e 34, criaram duas novas boas possibilidades de gol. Na primeira, Diego Gonçalves avançou pelo meio, arriscou de média distância e Georgemy foi bem para executar a defesa. Em seguida, Pedro Castro também teve liberdade e arrematou de fora da área, mas a bola acabou saindo fraca nas mãos do goleiro da equipe de Goiás. O número 1 do Tigre teve de trabalhar de novo, aos 43, quando o camisa 11 progrediu pelo lado, novamente, e concluiu forte. Porém, o encaixe foi feito em dois tempos e com tranquilidade.

O Vila Nova, que ficou quase toda a etapa inicial na metade defensiva do campo, só se lançou ao ataque nos acréscimo, ao ter ótima chance de cobrar um falta perto da meia-lua, com Dudu, passando rente à trave do ângulo esquerdo de Diego Loureiro, e em finalização de Alan Grafite do meio da rua, de longe. Entretanto, a tentativa subiu demais e o atacante isolou por cima da baliza alvinegra.

Na volta do intervalo, os goianos fizeram substituições e a postura mudou. O time do Centro-Oeste retornou bem mais atento e ligado no jogo, inclusive, construindo oportunidades interessantes de descontar o placar. Nos cinco minutos iniciais, o grupo comandado por Hemerson Maria assustou o de General Severiano três vezes: aos 2, com arremate de Renato Silveira, obrigando Diego Loureiro a realizar ótima intervenção; aos 3, quando Arthur Rezende concluiu de média distância, para fora; e aos 5, no momento em que Clayton, aproveitando falha da zaga, chutou errado e desperdiçou uma das melhores possibilidades de balançar a rede.

Quando parecia que os visitantes fariam o gol, o Botafogo, em lance de penalidade máxima, conseguiu fazer o terceiro, aos 13. Diego Gonçalves fez linda jogada individual na área, limpou a marcação pela esquerda, e foi derrubado por Rafael Donato. O juiz não titubeou e apontou em direção à cal. O próprio ponta chamou a responsabilidade, pegou a bola, posicionou-a e bateu com categoria, no alto do canto direito de Georgemy. Porém, o Vila Nova não se abateu e continuou em cima. E, aos 19, de tanto insistir, chegou a diminuir. Após cruzamento de Kelvin pelo lado direito, houve desvio no lateral e sobrou, livre, para Clayton marcar.

A partir daí, o Glorioso passou a trocar mais passes e deixar o duelo andar, já que contava com o relógio para esperar o término da partida e confirmar a vitória. Por conta disso, poucas possibilidades surgiram. Em uma delas, aos 28, Rafael Moura cruzou, Warley ficou com a posse de frente para Georgemy, só que arriscou em cima de goleiro, que salvou sobre a linha. A falta de objetividade e a tentativa de rodar o jogo abaixaram o poderio ofensivo dos donos da casa e os goianos descontaram novamente, com Rafael Donato, nos acréscimos. Aos 46, Arthur Rezende cobrou escanteio e zagueiro subiu mais alto que todo mundo, mandando às redes. No apagar da luzes, a trave ainda evitou, por duas vezes, o empate do time de Hemerson Maria e o Alvinegro conquistou o triunfo, no sufoco.

 

 



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