Fluminense

Felipe Melo diz que joga em qualquer posição no Fluminense

Volante mandou resposta forte para quem chama ele de “Velho”

Por Sérgio Guimarães

 

Felipe Melo na sala de entrevista coletiva no CT Carlos Castilho
Foto: Lucas Merlon/Fluminense/Felipe Melo

 

O jogador Felipe Melo concedeu sua primeira entrevista coletiva para os jornalistas que cobrem o Fluminense nesta quarta-feira (12.01) no CT Carlos Castilho. A entrevista foi virtual por conta da nova variante Ômicron da Covid-19. Foi a primeira entrevista do jogador como atleta tricolor.

Felipe Melo rebateu todas as perguntas com respostas fortes, por exemplo, quando lhe perguntei sobre se teria tido conversa com Abel Braga sobre onde gostaria de jogar no meio-campo tricolor.

“É prazer voltar para a cidade que tanto amo, em um clube tão especial quanto o Fluminense. Eu converso que não tive nenhuma conversa sobre o meu posicionamento com o Abel. Conversamos sobre várias outras coisas. Creio que não tivemos esse papo porque ele sabe que pode contar comigo em qualquer posição – disse ele, acrescentando:

“Todos sabem que sou volante, amo jogar no centro de campo, onde me sinto melhor. Mas todos sabem que, ao longo da minha carreira, estou aqui para ajudar e ser mais um no Time de Guerreiros. Para não perdermos tempo com isso, vamos ver como ele vai me encaixar, mas estou disponível para ajudar sempre, independente da posição – finalizou”.

Um assunto chamou a atenção de todos na coletiva, quando houve um questionamento sobre a idade do jogador e pelo fato de ter divido opiniões quando foi anunciada a sua contratação.

“Se eu fosse ligar para as pessoas do contra eu nem teria sido jogador de futebol. Eu tenho meus números. Com 38 anos, no ano passado, quiçá o ano que mais joguei na minha carreira. Joguei mais do que quando estava na Juventus com uns 25, na Fiorentina, na Inter de Milão – disse ele, acrescentando:

“A idade vem, ajuda com a experiência, sabe que tenho que me cuidar muito mais. Mas quem me segue, sabe o quanto eu me cuido, o quanto sou profissional acima de tudo. Mas do que tudo, sou servo de um Deus que capacita. Deve ser por isso que no último ano levantei duas Libertadores. Pela minha entrega dentro e fora de campo. Eu não tenho que dar resposta para ninguém, não – encerrou.

Acompanhe aqui as respostas do jogador em áudio na Super Rádio Tupi:



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