Coronavírus

Rafinha diz que Espanha subestimou o coronavírus no começo e alerta “não quero que se repita no Brasil”

De acordo com o jogador, os espanhóis só começaram a levar a sério a Covid-19 depois que os números de mortos e infectados cresceram

Por Bruno Almeida

(Foto: Reprodução/Twitter/Rafinha)

O brasileiro Rafinha Alcântara, emprestado pelo Barcelona ao Celta de Vigo, afirmou que o novo coronavírus foi subestimado pelas autoridades da Espanha no começo, o que colaborou para a disseminação da doença. Em entrevista ao SporTV, o meio-campista, que está isolado em casa, também disse que está preocupado que o mesmo aconteça no Brasil.

“No começo, não levaram a sério como agora. Agora, dificilmente você vai ver uma pessoa na rua. Meu medo é que no Brasil aconteça o que acontece aqui. Até pelo discurso da Espanha, de que talvez demoraria mais a chegar. E as pessoas perceberam o perigo da doença quando começou a morrer gente. Acho que esse foi o maior erro e não quero que se repita no Brasil”.

De acordo com Rafinha, os espanhóis só perceberam a gravidade do coronavírus quando começou a crescer os números de mortos e infectados.

“Agora, com o estado de alerta, com a quantidade de pessoas morrendo e com coronavírus, as pessoas estão respeitando mais. O estado espanhol faz transmissões todos os dias na televisão e fala da importância de ficar em casa, se cuidar, não transmitir a doença se você a pegou, ficar em casa isolado, e basicamente respeitar tudo que eles pediram”.

Atualmente, a Espanha é o segundo país com o maior número de mortes pela pandemia da Covid-19. De acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde local, são 12.418 óbitos. O número só é inferior ao da Itália, que tem 15.362 vítimas fatais.

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