Botafogo

Gérson, o ‘Canhotinha de Ouro do Brasil’ completa 81 anos nesta terça

Um dos maiores jogadores de todos os tempos segue fazendo sucesso nos microfones da rádio mais ouvida do Brasil!

Por Marcelo Silva

Gerson, o 'Canhotinha de Ouro do Brasil' completa 81 anos nesta terça
(Gerson, o ‘Canhotinha de Ouro do Brasil’ completa 81 anos nesta terça/Reprodução)

Gérson, um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, que hoje integra a ‘Seleção Brasileira do Rádio’ completa 81 anos, nesta terça-feira (10). Gérson de Oliveira Nunes, mais conhecido como o ‘Canhotinha de Ouro’  é natural da cidade de Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

E foi nas peladas da ‘Cidade Sorriso’, que Gérson conquistou as areias da Praia de Icaraí,  no final da década de 50 antes de se tornar Campeão do Mundo com a seleção brasileiro, no Estádio Azteca, no México. Revelado pelo Canto do Rio, clube da cidade de Niterói, o Canhotinha se se destacava pela qualidade dos passes.

Canhotinha de Ouro ao lado do elenco do Canto do Rio
(Canhotinha de Ouro ao lado do elenco do Canto do Rio / Reprodução Canto do Rio)

Tricolor de coração, Gérson estreou no futebol com a camisa do maior rival do clube das Laranjeiras. Com a já tradicional camisa rubro negra o Canhota se tornou campeão carioca, em 1963 começando a escrever a sua extensa página de conquistas no futebol brasileiro. Após o sucesso na Gávea, ele se transferiu para o clube que tinha um dos principais elencos do país, o Botafogo.

Em General Severiano, no time comandado pelo velho lobo, Mário Jorge Lobo Zagallo e ao lado de craques como Garrincha, Jairzinho, Manga e Paulo Cezar Caju, Gérson se sagrou bicampeão carioca de 1967 e 1968, além do Campeonato Brasileiro, conquistado também em 1968. As atuações pelo clube da estrela solitária levaram o Canhotinha à seleção que se preparava para disputar a Copa de 70, no México.

Gérson é considerado um dos maiores jogadores da história do Botafogo
(Gérson é considerado um dos maiores jogadores da história do Botafogo/Reprodução Botafogo)

No México, mais uma vez comandado por Zagallo, Gérson formou o maior time da história do futebol mundial ao lado de grandes nomes do esporte como Pelé, Tostão, Rivellino, Jairzinho, Clodoaldo, Brito, Piazza, Carlos Alberto Torres, Everaldo e o goleiro, Félix. No mundial em solo mexicano foram quatro jogos disputados com direito a um gol icônico, na final contra a Itália.

Gérson terminou o mundial como o segundo melhor jogador da copa, ficando atrás apenas do Rei Pelé, principal destaque do torneio. No Brasil ele ainda vestiu as cores do São Paulo. Mas foi em 1972, já consagrado que o canhotinha realizou o sonho de vestir o verde, branco e grená do Fluminense. No tricolor das laranjeiras foi campeão carioca de 1973 encerrando a carreira, em 1974.

Em sua página do twitter, a Confederação Brasileira de Futebol, a CBF publicou um artigo parabenizando Gérson pelos 81 anos de idade e agradeceu por sua contribuição na história do futebol nacional e da Seleção Brasileira.

O canhota também recebeu homenagens de Botafogo, Fluminense e São Paulo além do Club de Regatas Vasco da Gama, único time do Rio por qual nunca atuou. Atualmente Gérson leva toda sua emoção e irreverência para as transmissões de futebol de Super Rádio Tupi e para os debates dos programas Bola em Jogo, com Gilson Ricardo e Show da Galera com Wagner Menezes e Luiz Penido.

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