Jornalismo

Família suspeita que sargento da marinha possa ter sido morto por homofobia

Por ele ser assumidamente homossexual, a família acredita que Walter possa ter sido vítima de homofobia,

Por Marcos Antonio de Jesus

(Foto: Reprodução/ Rede Social)

O sargento da Marinha Walter de Souza Carneiro Leão Junior, de 35 anos, morreu, no fim de semana, após ter sido espancado na saída de um pagode no dia 23, no bairro Lagoinha, em São Gonçalo. Policiais da 74ª DP (Alcântara) investigam o caso. No dia do crime, Walter chegou ao Hospital Estadual Alberto Torres em coma, com traumatismo craniano e outros ferimentos. Ele foi espancado quase até a morte e os pertences não foram levados.

Por ele ser assumidamente homossexual, a família acredita que Walter possa ter sido vítima de homofobia, já que nenhum pertence e nem mesmo o carro da vítima foram levados. A direção do Hospital não informou a causa da morte de Walter. A Marinha emitiu uma nota lamentando a morte do sargento e se solidarizando com a família: “A Marinha do Brasil, por intermédio do Comando do 1º Distrito Naval, informa que tomou conhecimento sobre fato envolvendo militar reformado da Marinha, ocorrido em 23/08, e se solidariza com a família.

O assunto vem sendo tratado pela Polícia Civil e não possui vínculo com a Justiça Militar. Por oportuno, a MB reitera que repudia quaisquer atos ilegais contra vida, a honra e os princípios militares, e que permanecerá auxiliando, no que couber, as investigações”.

 

 

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