Brasil

Comissão nega, por unanimidade, anistia para ex-presidente Dilma Rousseff e nega pensão de R$ 10,7 mil

Ela pedia que fosse contado para efeito de aposentadoria o tempo de perseguição, que totalizou em 21 anos

Por Marcos Antonio de Jesus

Dilma Rousseff com cara séria
Dilma Rousseff (Foto: PT/Divulgação)

A Comissão de Anistia negou o pedido de condição de anistiada política à ex-presidente Dilma Rousseff, e os desdobramentos pecuniários, que foram protocolados há vinte anos. A decisão teve 12 votos a favor e nenhum contra. Dilma requereu uma prestação mensal de R$ 10,7 mil mensais por alegar prejuízo por ter que se afastar do emprego, durante regime militar, na Fundação de Estatística do Rio Grande do Sul, em meados dos anos 1970. E pede que seja contado para efeito de aposentadoria o tempo de perseguição, que totalizou em 21 anos.

Em 1979, teve que abandonar o curso de economia na Universidade Federal de Minas Gerais. O relator do caso, José Augusto Machado, negou o pedido de Dilma com o argumento de que a reintegração da petista à fundação se deu em 1990, ano que não seria mais contemplado pela perseguição, limitado até 1988, com a promulgação da Constituição. Machado argumentou ainda que, por Dilma já ter sido anistiada em quatro estados, inclusive no Rio Grande do Sul, não caberia esse novo pedido.

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