Brasil

Ministério Público Eleitoral acusa dirigentes do PSL de fraudarem cota para mulheres na eleição do Rio

Promotor diz que mulheres foram usadas pelo partido

Por Marcos Antonio de Jesus

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Ministério Público Eleitoral entrou com uma ação contra o presidente nacional do PSL, deputado federal Luciano Bivar, e o presidente da legenda na cidade do Rio, deputado estadual Alexandre Knoploch, por suposta fraude na distribuição de recursos do fundo eleitoral, que teria desrespeitado a cota de gênero na eleição para vereador do Rio.

O MPE acusa o PSL de ter sido desigual no repasse às candidatas mulheres. Na ação apresentada à Justiça, o promotor Rogério Pacheco Alves pede a inelegibilidade dos acusados pelos próximos oito anos e a cassação do registro ou do diploma. O partido tem a segunda maior bancada da Câmara dos Deputados, com 53 parlamentares, o que garantiu R$ 199,4 milhões de fundo eleitoral em 2020, atrás apenas do PT.

O promotor aponta que o PSL atendeu a exigência de destinar 30% das candidaturas para mulheres, mas argumenta que as candidatas foram “usadas” pelo partido “apenas com vistas ao preenchimento legal da cota feminina”. Proporcionalmente, cada homem que foi candidato pelo PSL recebeu mais de três vezes o valor de uma candidata mulher.

 

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