Jornalismo

Cachorro é morto a tiros e homem baleado durante passeio em São Cristóvão

Animal levou dois tiros após cheirar a cadela de um homem que também passeava pelo bairro. Dono segue internado no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro

Por Diana Rogers

Foto: Reprodução

Um cachorro de dois anos da raça pitbull morreu a tiros, na madrugada desta sexta-feira (02), durante um passeio na Rua Bonfim, em Cristóvão, na Zona Norte.

O padrasto da dona do animal, que passeava com o cão, também foi baleado no braço e na cintura. Ele está internado no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro.

A assistente social Daniela de Carvalho, dona do cachorro, contou que Thor, como o cão era chamado, levou dois tiros após cheirar a cadela de um homem que também passeava pelo bairro.

Cachorro morreu a tiros, em São Cristóvão(Foto: Reprodução)

Daniela contou que ainda que o animal, apesar de ser da raça pitbull, sempre foi muito dócil e nunca avançou em ninguém.

“O dono da cadela se assustou sem motivo e começou a atirar. O meu cachorro morreu na hora e meu padrasto está internado no Souza Aguiar com a bala alojada. O meu cachorro é super dócil, nunca mordeu ninguém. Assim que ele chegou na minha casa eu já tinha um gato e eles se davam super bem. Eu tenho um filho e eles se dão super bem. Mas meu cachorro foi brutalmente assassinado”.

Ainda segundo Daniela, por conta do preconceito que existe com a raça pitbull, no momento do passeio o Thor usava focinheira.

“Ele estava com focinheira e coleira, tudo que tem que ser usado, mas o cara surtou”.

Mesmo baleado, o padrasto de Daniela, o pedreiro Washington Nascimento, 42, carregou o corpo do animal por alguns metros até chegar em casa, na Rua Sá Freire. O atirador fugiu após o ocorrido.

O caso foi registrado na delegacia de São Cristóvão como tentativa de homicídio e crueldade contra os animais.

Em nota, a Subsecretaria de Proteção Animal do Estado do Rio afirmou que repudia com veemência qualquer ato contra os animais, principalmente quando as ações os levam à morte ou danos irreparáveis.

A subsecretaria reforça que atuará junto à DPMA e a Prefeitura do Rio para a elucidação do caso e que o autor do crime seja preso conforme a lei que estabelece reclusão de 2 a 5 anos para abuso, maus-tratos ou mutilação contra cães e gatos.

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