Capital Fluminense

Polícia Federal faz operação contra comercialização ilegal de cigarros no Rio

Ação conta com o apoio de 300 agentes federais, divididos em 54 equipes, que cumprem 34 mandados de prisão preventiva e 75 de busca e apreensão

Por Tatiana Campbell

Viatura da Polícia Federal
Viatura da Polícia Federal (Foto: Tatiana Campbel / Super Rádio Tupi)

A Polícia Federal realiza hoje uma ação conjunta com o Ministério Público Estadual, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o Gaeco, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida na comercialização ilegal de cigarros no Rio de Janeiro. Segundo o MP, seis policiais militares participam do esquema. Até a última atualização desta reportagem, duas pessoas haviam sido presas.

Estima-se que, no total, de 2019 até hoje, a quadrilha tenha lucrado cerca de R$ 45 milhões.

Na ação, que envolve a participação de aproximadamente 300 policiais federais, são cumpridos 34 mandados de prisão preventiva e 75 mandados de busca e apreensão, em bairros da cidade, da Baixada Fluminense e do interior do Rio.

As investigações mostraram que os lucros provenientes da comercialização ilegal dos cigarros eram obtidos por meio de roubo e extorsão de comerciantes. De acordo com a denúncia, os criminosos obrigavam as vítimas a venderem exclusivamente o produto repassado por eles. Caso os comerciantes que, nas áreas de influência da quadrilha, optassem por vender cigarros diferentes dos denunciados, tinham as mercadorias “apreendidas”, além de terem a integridade física ameaçada.

As investigações tiveram início em 2019 e, além da organização criminosa, os agentes apuram outros crimes como extorsão, roubo, corrupção, lavagem de dinheiro, duplicada simulada e delitos tributários. A ação foi denominada “Fumus”, que, em latim, significa fumaça.

Principais alvos da operação conjunta, os irmãos Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e Cláudio Nunes Coutinho são primos de Hélio Ribeiro de Oliveira, o Helinho, presidente de honra da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio. Adilsinho não foi encontrado em casa, um prédio de luxo na Barra da Tijuca, na Zona Oeste.

A Super Rádio Tupi procurou a Grande Rio. Em nota, a escola de samba informou que “não vai comentar o ocorrido”.



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