Conecte-se conosco

Últimas Notícias

Boletim da Fiocruz aponta crescimento de Síndrome Respiratória

Análise destaca a alta no número de estados das regiões Norte e Nordeste com sinais de crescimento, tendência que se iniciou mais tarde em relação aos estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste

Publicado

em

Castelo da Fiocruz
(Foto: Mateus Mesquita / Super Rádio Tupi )

O boletim Infogripe da Fiocruz aponta para sinal de crescimento do número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas tendências de longo (últimas seis semanas) e curto prazo (últimas três semanas), ainda que em ritmo mais lento do que aquele observado ao longo dos meses de abril e maio.

Referente à Semana Epidemiológica (SE) 26, que compreende o período de 26 de junho a 2 de julho, a análise destaca a alta no número de estados das regiões Norte e Nordeste com sinais de crescimento, tendência que se iniciou mais tarde em relação aos estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Em contrapartida, alguns dos estados do Sudeste e Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo) mantêm sinais de possível interrupção no aumento do número de casos, com formação de platô no mês de junho.

“Essa situação ainda está sem sinais claros de inversão para queda. No Paraná e no Rio Grande do Sul, por exemplo, observa-se tendência de retomada do crescimento em crianças, indicando que o cenário ainda é instável e exige cautela”, explica o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.

Dados referentes aos resultados laboratoriais por faixa etária seguem apontando para amplo predomínio do vírus Sars-CoV-2 (Covid-19), especialmente na população adulta. Nas crianças de 0 a 4 anos, o aumento no número de casos de SRAG foi marcado por crescimento nos casos positivos para vírus sincicial respiratório (VSR) e leve subida nos casos de rinovírus e metapneumovírus.

Nesse grupo, a presença de Sars-CoV-2 superou o volume de casos associados ao VSR nas últimas quatro semanas. Embora não se destaque no dado nacional, o vírus influenza A (gripe) mantém sinal de crescimento em diversas faixas etárias no Rio Grande do Sul.

Continue lendo
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.