Coronavírus

Deputado afirma que preço do botijão de gás deveria ficar congelado

Para Dionísio Lins, líder do Progressista na Assembleia Legislativa, é louvável ajudar a população menos favorecida com qualquer tipo de iniciativa

Por Marcos Antonio de Jesus

Imagem de botijões de gás
(Foto: Reprodução / Agência Brasil)

A regulamentação da cota extra do auxílio emergencial concedido pelo Estado do Rio às pessoas que se encontram em dificuldade devido à pandemia do Coronavírus, que é direcionada para a compra do botijão de gás, que seria de R$ 50,00 e foi fixado em R$ 80,00, trouxe certo alivio. Diante disso, a primeira parcela do auxílio que deverá ser pago em outubro, será de R$ 160,00 para cerca de cem mil famílias cadastradas no projeto. Esse valor é retroativo ao mês de setembro, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado, quando houve a regulamentação do Vale Gás.

Para o deputado Dionísio Lins, líder do Progressista na Assembleia Legislativa, é louvável ajudar a população menos favorecida com qualquer tipo de iniciativa, seja do governo ou das empresas. Mas de nada adianta a população ter um vale gás no valor de R$ 80,00, quando na verdade o botijão chega a ser vendido por R$ 110,00. “Sou a favor de qualquer tipo de intervenção do estado no que diz respeito em melhorar a vida dos menos favorecidos. Em minha opinião, deveria haver um congelamento geral dos preços, creio que assim todos nós, poderíamos voltar a dormir com um pouco mais de tranquilidade” disse o parlamentar.



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