Um homem de 65 anos que teve a perna esmagada durante o desfile da escola de samba União de Maricá passou por cirurgia e segue internado no CTI do Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio de Janeiro.
O incidente ocorreu na madrugada do dia 15 de fevereiro. Itamar de Oliveira era integrante da escola e precisou instalar um fixador externo na perna danificada. Outros dois homens ficaram levemente feridos e foram atendidos.
Crédito: Montagem/Reprodução/XO acidente ocorreu durante a dispersão, quando a escola ultrapassou o tempo limite e empurrava a última alegoria, que saiu do eixo e atingiu três pessoas no meio-fio. A Polícia Civil investiga o caso.
Crédito: Reprodução/TV BandA União de Maricá informou que presta assistência ao ferido, e o prefeito de Maricá se colocou à disposição para apoiar as vítimas e suas famílias.
Crédito: Reprodução/TV BandApesar do brilho e da euforia na Sapucaí, a história do Carnaval também é marcada por acidentes envolvendo carros alegóricos e falhas operacionais. Relembre alguns episódios marcantes!
Crédito: - ©ACNUR/Ruben SalgadoEm 12 de fevereiro de 2025, Um incêndio de grandes proporções atingiu uma fábrica de fantasias no bairro de Ramos, no Rio de Janeiro, deixando ao menos dez trabalhadores hospitalizados.
Crédito: Reprodução/Centro de Operações RioO fogo também destruiu fantasias de escolas de samba como Império Serrano e Unidos da Ponte, prejudicando os preparativos para os desfiles.
Crédito: Reprodução/TV GloboEm 20 de abril de 2022, Raquel Antunes, de 11 anos, ficou imprensada entre um poste e um carro alegórico da Em Cima da Hora, escola da Série Ouro (antigo Grupo de Acesso), no Sambódromo do Rio.
Crédito: reprodução TV GloboA menina perdeu uma perna e teve uma grave lesão no tórax. Ela chegou a ficar dois dias no hospital, mas não resistiu.
Crédito: arquivo pessoal reproduçãoEm 26 de fevereiro de 2017, 20 pessoas foram imprensadas por uma alegoria desgovernada da Paraíso do Tuiuti, no Rio. O carro bateu na grade do setor 1 da Marquês de Sapucaí quando fazia uma curva.
Crédito: Reprodução/TV GloboEntre as pessoas atingidas, uma morreu, dois meses depois, quando o estado de saúde se agravou em consequência das lesões: a radialista Elizabeth Ferreira Joffe, de 55 anos.
Crédito: Reprodução FacebookA fotógrafa Lúcia Mello teve traumatismo craniano, fratura exposta e esmagamento da perna esquerda. Fez 17 cirurgias e passou quatro meses internada, até conseguir ter alta.
Crédito: reprodução TV GloboTambém em 2017, mas na madrugada do dia 28 de fevereiro, uma estrutura desabou num carro alegórico da Unidos da Tijuca durante a apresentação.
Crédito: reprodução TV GloboPessoas que estavam na parte da frente do carro quase foram atingidas quando a parte de trás, acima, desmoronou. Na queda, 12 componentes se feriram.
Crédito: Reprodução TV GloboEm 2019, um homem que empurrava o abre-alas da Portela ficou imprensado entre duas partes do carro alegórico durante um tumulto na dispersão e precisou ser hospitalizado, com escoriações.
Crédito:Em 2011, o susto foi em Manaus. Um carro da Mocidade Independente de Aparecida pegou fogo durante o desfile e as chamas eram tão fortes que um bombeiro se feriu com queimaduras de 1º grau.
Crédito: Reprodução/Redes Sociais/Rick OlliverEm 2007, o fogo destruiu parte do abre-alas da Unidos da Tijuca, durante o Desfile das Campeãs.
Crédito: Reprodução TV GloboEm 2006, a rainha de bateria da Mocidade Alegre, de São Paulo, sofreu queimaduras de 2º grau durante o desfile. Ela fazia uma apresentação com fogo e o enfeite da cabeça incendiou.
Crédito: Reprodução YoutubeCom a ajuda de um bombeiro, Nani conseguiu retirar o acessório e ainda continuou sambando. Mas logo teve que ser atendida por uma ambulância e foi hospitalizada.
Crédito: Reprodução YoutubeEm março de 2003, a atriz Neuza Borges caiu de um carro alegórico da Unidos da Tijuca: uma altura de 4 metros. Ela sofreu fraturas e teve que colocar 22 parafusos na bacia e uma placa de titânio em um dos joelhos.
Crédito: Reprodução TV GloboEm 1992, um carro alegórico da Viradouro pegou fogo quando cruzava a área da dispersão, na Apoteose. Havia 22 pessoas em cima, mas ninguém se feriu.
Crédito: reprodução TV GloboA atriz Leila Amorim, destaque na alegoria, se jogou e foi amparada por integrantes da escola. Esse é considerado o maior incêndio num desfile na Sapucaí do Rio de Janeiro.
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