‘Baobab Waterfall’: árvore centenária de Madagascar inspira criação de usina futurista no meio do oceano

Uma proposta arquitetônica futurista tem despertado interesse ao imaginar uma gigantesca estrutura flutuante capaz de produzir eletricidade, cultivar alimentos e até impulsionar o turismo em Madagascar. Batizado de "Baobab Waterfall" (ou "Cachoeira Baobá", em português), o conceito utiliza como inspiração o baobá, árvore considerada um dos maiores símbolos naturais do país africano, para criar uma instalação marítima que combina diferentes funções em um único espaço. O projeto foi desenvolvido pelo arquiteto Ahmad Eghtesad em parceria com Mohammad Aghaei e Nastaran Fazeli. Veja mais detalhes a seguir!

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A iniciativa foi apresentada em uma competição promovida pela Jacques Rougerie Foundation, organização conhecida por incentivar ideias inovadoras voltadas aos oceanos e ao futuro das cidades. Apesar da repercussão internacional, a proposta permanece apenas no campo conceitual e não possui cronograma de execução, orçamento divulgado ou estudos técnicos completos.

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O desenho prevê uma plataforma circular instalada próxima à costa de Madagascar. Em seu centro, uma torre inspirada na forma do baobá abrigaria áreas administrativas, espaços educacionais, estufas agrícolas e locais destinados à convivência.

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Ao redor da estrutura, a água do mar seria conduzida para criar quedas artificiais capazes de movimentar turbinas localizadas abaixo da superfície, formando um sistema semelhante ao de uma usina hidrelétrica, porém sem depender de rios ou barragens convencionais.

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A escolha do baobá vai além da estética. Como a maior parte das espécies existentes dessa árvore ocorre em Madagascar, ela representa um importante elemento da identidade cultural e ambiental do país. Conhecido por sua resistência e pela capacidade de armazenar água, o baobá serviu como metáfora para uma infraestrutura voltada à geração de recursos essenciais para a população.

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A proposta surge em um contexto de forte desafio energético em Madagascar, onde milhões de pessoas ainda vivem sem acesso regular à eletricidade. Nesse cenário, o projeto ganha destaque por propor uma solução baseada em fontes renováveis.

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Além de gerar energia, o Baobab Waterfall também prevê agricultura, capacitação profissional e uso turístico no futuro. Ainda assim, especialistas lembram que sua viabilidade dependeria de estudos rigorosos sobre impacto ambiental, custos e integração com a rede elétrica.

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