Bolhas infláveis gigantes divertem, mas preocupam: entenda o risco

Para muitas pessoas, as bolhas infláveis gigantes são uma ótima opção de lazer. Elas vêm conquistando espaço em praias, parques e piscinas.

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Vendidas pela internet, elas se tornaram atração garantida para crianças, que adoram deslizar sobre a água ou inventar manobras dentro das esferas transparentes.

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Porém, por não possuírem abertura interna, as bolhas podem se tornar perigosas em caso de emergência, já que a pessoa não consegue sair sozinha.

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Em ambientes abertos, como o mar, se a bolha for levada pela correnteza, seria necessário um resgate de barco ou até de helicóptero.

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Em abril de 2023, um caso com uma bolha assustou em Copacabana, no Rio de Janeiro. Um casal se divertia, passeando na bolha gigante, quando percebeu que o equipamento estava solto e poderia ser levado pela correnteza.

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O problema aconteceu porque a bolha costuma ter uma corda, que é puxada por uma pessoa. Porém, o homem que segurava o equipamento com o casal dentro não sabia nadar, começou a se afogar e acabou soltando a corda.

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Banhistas perceberam e acionaram os bombeiros. Um grupo de salvamento entrou na água para evitar que a bolha fosse embora e para salvar o homem responsável pelo brinquedo. Todos foram resgatados.

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Em dezembro de 2024, um menino de 8 anos foi resgatado após ficar à deriva no mar dentro de uma bolha inflável em Ubatuba, São Paulo. Um marinheiro que passeava de lancha avistou a criança e ajudou no socorro.

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Segundo o marinheiro, o brinquedo se soltou de um cabo e foi levado pelo vento; a bolha já estava furada e vazando.

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Após esse incidente, a empresa responsável pelo aluguel das bolhas foi intimada pela Secretaria de Urbanismo e precisou encerrar o serviço, que é proibido na cidade.

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Um caso trágico ocorrido na Rússia, em 2013, chamou a atenção quando um turista desceu uma montanha de neve dentro de uma dessas bolhas.A bolha não parou no ponto previsto e continuou rolando sem parar. O turista acabou morrendo em decorrência dos impactos.

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Vale destacar que existe uma versão mais segura dessas bolhas na qual o participante veste uma bolha apenas da cintura para cima.

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Nesse formato, as pernas ficam livres para correr e chutar, permitindo jogos cheios de choques engraçados entre os competidores, mas sem grandes riscos de acidente.

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