Churros: a história e as diferentes formas de saborear esse doce

Crocante por fora e macio por dentro, o churro conquistou espaço em cafés, feiras e carrinhos de rua. Sua receita básica é simples, mas as formas de servir variam bastante: há quem prefira mergulhá-lo no chocolate quente e quem escolha um recheio generoso. Conheça a história e as curiosidades desse doce.

Crédito: Imagem gerada por i.a

A origem exata é incerta. Há histórias que atribuem sua criação a pastores espanhóis e outras que apontam semelhanças com massas fritas da China, mas nenhuma delas comprova uma ligação direta.

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A massa tradicional pode ser feita com água, farinha e sal. Depois de modelada, ela é frita em óleo quente. Açúcar, canela e recheios entram conforme a receita e o lugar onde o churro é servido.

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O bico em formato de estrela cria as ranhuras características do churro. Elas aumentam a área de contato com o óleo e ajudam a formar a casquinha crocante que contrasta com o interior macio.

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O churro pode aparecer em tiras curtas, bastões compridos ou grandes espirais. O formato depende de como a massa sai da máquina ou do saco de confeitar antes de chegar à fritura.

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Chocolate, creme e doce de leite estão entre as opções usadas em diferentes países. No México, também há churros recheados com cajeta, um doce feito tradicionalmente com leite de cabra.

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O churro pode ser servido sem recheio, coberto apenas por açúcar. Em versões populares nas Américas, a canela se junta à cobertura e acrescenta aroma à massa recém-frita.

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Servido logo após a fritura, o churro preserva melhor o contraste entre a casquinha crocante e o centro macio. É essa textura, além da variedade de acompanhamentos, que ajuda a explicar sua popularidade.

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