Antes dos computadores e dos celulares, a máquina de escrever transformou a maneira de produzir cartas, livros, reportagens e documentos. Embora diferentes inventores tenham tentado criar aparelhos semelhantes, foi no século XIX que o equipamento começou a ganhar formas práticas e alcance comercial.
Presença indispensável em escritórios e redações durante décadas, a máquina perdeu espaço com a chegada da informática, mas não desapareceu. Hoje, modelos antigos são preservados por museus, escritores e colecionadores como o ator Tom Hanks.
Crédito: Imagem gerada por i.aA ideia de criar uma máquina capaz de imprimir letras individualmente no papel surgiu muito antes de o equipamento se popularizar. Diversos inventores desenvolveram projetos, patentes e protótipos, mas muitos eram lentos, complexos ou pouco práticos.
Crédito: Imagem gerada por i.aChristopher Latham Sholes (foto), Carlos Glidden e Samuel Soulé patentearam uma máquina de escrever nos Estados Unidos em 1868. Aperfeiçoado e fabricado pela empresa Remington, o equipamento começou a ser comercializado em 1874 e abriu caminho para a expansão dessa tecnologia.
Crédito: Domínio públicoO modelo desenvolvido por Sholes ajudou a difundir a disposição de letras conhecida como QWERTY, nome formado pelas seis primeiras teclas da fileira superior. O padrão sobreviveu à própria máquina de escrever e permanece presente nos teclados atuais.
Crédito: Imagem gerada por i.aOs primeiros equipamentos apresentavam limitações e nem sempre permitiam visualizar imediatamente o que estava sendo escrito. Com o tempo, os fabricantes melhoraram o mecanismo, a posição das teclas, a alimentação do papel e a visibilidade da datilografia.
Crédito: Imagem gerada por i.aA máquina de escrever tornou a produção de documentos mais rápida, uniforme e legível. Sua expansão também abriu oportunidades profissionais para muitas mulheres, que passaram a ocupar postos de datilógrafas, secretárias e trabalhadoras administrativas.
Crédito: Imagem gerada por i.aDurante boa parte do século XX, versões portáteis acompanharam autores, correspondentes e repórteres em diferentes lugares. O som das teclas e o movimento do carro tornaram-se símbolos de redações jornalísticas, escritórios e ambientes literários.
Crédito: Imagem gerada por i.aOs modelos elétricos diminuíram o esforço necessário para datilografar e trouxeram novos recursos. Lançada em 1961, a IBM Selectric substituiu as tradicionais hastes por um elemento esférico móvel e tornou-se uma das máquinas elétricas mais bem-sucedidas da história
Crédito: Imagem gerada por i.aA disseminação dos computadores pessoais e dos processadores de texto reduziu drasticamente o uso das máquinas de escrever. Mesmo assim, elas continuam valorizadas pelo design, pelo funcionamento mecânico e pela experiência de escrever sem distrações digitais.
Crédito: Imagem gerada por i.aA paixão de Tom Hanks – O ator mantém uma coleção de centenas de máquinas de escrever e costuma compartilhar essa paixão com o público. Em março de 2025, levou uma máquina Hermes a um jogo do Los Angeles Dodgers para organizar suas anotações e publicou a cena em seu perfil no Instagram.
Crédito: Reprodução Instagram Tom Hanks