Após sofrer com episódios de dores intensas na região dos glúteos, o cantor Zé Felipe revelou que foi diagnosticado com síndrome do piriforme. A informação foi compartilhada pelo próprio artista no dia 29 de outubro, em uma interação com seguidores nas redes sociais.
"Não era no ciático, acredita? Estou tomando o remédio certinho. É do lado do ciático, na bunda mesmo", explicou. Segundo o sertanejo, o problema está associado à repetição de movimentos durante a prática de exercícios físicos.
Crédito: Reprodução/InstagramOs primeiros relatos sobre o desconforto surgiram em 23 de outubro, quando ele contou que precisou tomar uma injeção para aliviar a dor. Apesar da melhora nas horas seguintes, os sintomas não desapareceram completamente. "É uma dor que parece dor de injeção, sabe? Você arrepia até a alma", afirmou na ocasião.
Crédito: Reprodução/InstagramDurante o período de recuperação, Zé Felipe contou ainda que recebeu do pai, o cantor Leonardo, uma preparação à base de castanha-da-índia e que percebeu uma melhora depois de utilizá-la. Agora, o artista segue um tratamento com medicamentos e relata que as dores estão cada vez menores.
Crédito: Reprodução/InstagramA síndrome do piriforme é uma condição que surge quando o músculo localizado na parte profunda dos glúteos pressiona ou causa irritação no nervo ciático. Esse processo pode provocar desconforto nas nádegas, com dores que também atingem a região posterior das coxas e das pernas.
Crédito: Darko Djurin/PixabayO problema pode estar relacionado a contrações involuntárias, tensão excessiva ou esforço exagerado da musculatura. A prática de exercícios com movimentos repetidos também pode favorecer o desenvolvimento da síndrome.
Crédito: Pexels/Gustavo FringComo as manifestações da síndrome do piriforme são semelhantes às de outras doenças que comprometem o nervo ciático — como a hérnia de disco —, é necessário consultar um médico para determinar a causa dos sintomas e estabelecer a conduta mais indicada.
Crédito: Pexels/Towfiqu barbhuiyaO tratamento varia conforme a gravidade e pode incluir medicamentos, repouso, fisioterapia, alongamentos e correção postural. Em situações mais resistentes, o médico pode recomendar infiltrações de corticoide ou, em casos específicos, cirurgia. A recuperação geralmente ocorre entre quatro e seis semanas, mas pode se estender por até três meses.
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