Costa dos Corais – Entre Alagoas e Pernambuco, abriga a maior unidade de conservação federal marinha costeira do Brasil. A área reúne recifes de coral, manguezais, estuários e outros ambientes que sustentam uma rica biodiversidade.
Com cerca de 120 quilômetros de extensão, a Costa dos Corais abriga uma das maiores formações recifais do Atlântico Sul. Seus ambientes servem de habitat para peixes, tartarugas, corais e outras espécies marinhas.
Crédito: wikimedia commons/JoboscoOs recifes da região sofrem com o aumento da temperatura do oceano, que pode provocar o branqueamento dos corais. O fenômeno está relacionado às mudanças climáticas e ameaça o equilíbrio desses ecossistemas.
Crédito: Reprodução/GloboplayO fenômeno do branqueamento dos corais ocorre quando, sob estresse, os corais expulsam as algas microscópicas que vivem em seus tecidos e fornecem grande parte de sua energia. Sem elas, perdem a cor, ficam enfraquecidos e podem morrer.
Crédito: montagem/reprodução tv globoEstudos sobre o período de 2023 a 2024 registraram episódios expressivos de branqueamento nos recifes brasileiros. Nas áreas rasas, mais expostas ao aquecimento intenso, algumas espécies sofreram perdas significativas.
Crédito: wikimedia commons/JoboscoOndas de calor marinhas cada vez mais frequentes e intensas ampliam o estresse sobre os recifes. A degradação também é agravada por fatores locais, como poluição, ocupação costeira e turismo desordenado.
Crédito: Imagem de Lisa por PixabayO turismo continua permitido, mas deve seguir regras ambientais, como os limites de visitação adotados em Maragogi. Fiscalização e educação ambiental são essenciais para reduzir os impactos da atividade humana.
Crédito: reprodução/Rádio e TV JustiçaOs recifes funcionam como barreiras naturais, ajudando a proteger o litoral da força das ondas. Também formam piscinas naturais muito visitadas, que exigem manejo cuidadoso para evitar a degradação.
Crédito: ICMBioA sobrevivência dos recifes depende da redução do aquecimento dos oceanos e de pressões locais, como poluição e turismo desordenado. Fiscalização, pesquisa e educação ambiental podem ajudar a preservar o ecossistema.
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