Fertilização in vitro: Fátima Bernardes homenageia pioneira nos estudos da reprodução assistida

Fátima Bernardes fez uma homenagem à embriologista e enfermeira inglesa Jean Purdy, uma das cientistas pioneiras no desenvolvimento da fertilização in vitro, marco revolucionário na reprodução assistida.

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No programa “Fantástico” de 29 de março de 2026, a apresentadora narrou a história em animação da pesquisadora em episódio especial para o quadro “Mulheres Fantásticas”.

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Fátima Bernardes recorreu à fertilização in vitro para engravidar de seus filhos, os trigêmeos Laura, Beatriz e Vinícius. Eles nasceram em outubro de 1997, quando a apresentado era casada com o jornalista William Bonner.

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Uma das conquistas mais representativas da medicina reprodutiva, a fertilização in vitro (FIV) é resultado de décadas de pesquisas científicas voltadas para o tratamento da infertilidade.

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A técnica consiste na fecundação do óvulo pelo espermatozoide em laboratório, fora do corpo humano, com a transferência posterior do embrião para o útero.

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As primeiras bases para o desenvolvimento da fertilização in vitro surgiram ao longo do século 20, com avanços na biologia celular e na compreensão da reprodução humana.

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No final da década de 1960, os pesquisadores britânicos Robert Edwards, Patrick Steptoe e Jean Purdy iniciaram estudos que buscavam viabilizar a fecundação fora do organismo materno.

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O grande marco histórico para a técnica ocorreu em 25 de julho de 1978. Nessa data, nasceu na Inglaterra Louise Joy Brown, a primeira pessoa concebida por fertilização in vitro.

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Embora hoje seja celebrado como um dos maiores avanços científicos do século 20, à época a notícia gerou debates éticos e religiosos por incluir tecnologia na procriação e poder envolver embriões "excedentes".

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Nos anos seguintes, a fertilização in vitro consolidou-se internacionalmente, com novos nascimentos e o aperfeiçoamento dos métodos laboratoriais e clínicos.

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A partir da década de 1980, a técnica evoluiu rapidamente, com o desenvolvimentos de protocolos de estimulação ovariana, métodos de preservação de embriões e melhorias na seleção embrionária, aumentando as taxas de sucesso.

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Com o tempo, a FIV deixou de ser um procedimento experimental para se tornar uma alternativa segura e amplamente utilizada no tratamento da infertilidade. Atualmente, a técnica é utilizada não apenas por casais com dificuldades para engravidar, mas também em diversas situações, como prevenção de doenças genéticas, maternidade tardia e projetos familiares diversos.

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