Filhote de kākāpō nasce na Nova Zelândia após quatro anos e reacende esperança para espécie rara

Na Nova Zelândia, nasceu o primeiro filhote de kākāpō em quatro anos, um marco raro para a espécie criticamente ameaçada. O pequeno, chamado Tīwhiri, emergiu no dia 14 de fevereiro durante a atual temporada de reprodução — que ocorre apenas quando há abundância de alimento na natureza.

Crédito: Lydia Uddstrom/Departamento de

Seu nascimento representa um motivo de esperança para os esforços de conservação que ajudam a preservar essa ave única.O kākāpō (Strigops habroptilus) é um papagaio noturno e incapaz de voar, endêmico da Nova Zelândia, famoso por ser o maior e mais pesado papagaio do mundo.

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Com plumagem verde moteada e hábitos terrestres, ele enfrenta risco crítico de extinção devido à sua reprodução rara — geralmente a cada 2 a 4 anos — e à ameaça de predadores introduzidos, motivo pelo qual programas intensivos de recuperação vêm tentando ampliar sua população limitada.

Crédito: Jake Osborne/Departamento de Conservação da Nova Zelândia

O mundo abriga uma impressionante diversidade de aves exóticas e curiosas, que chamam atenção por cores vibrantes, formatos incomuns e comportamentos surpreendentes. Espalhadas por diferentes continentes e ecossistemas, elas revelam a riqueza e a criatividade da natureza. Veja algumas:

Crédito: Imagem de Paul Edney por Pixabay

Papagaios-do-mar – Famosos pelo bico colorido e aparência simpática, vivem em ilhas e falésias frias do hemisfério norte. São ótimos mergulhadores e capturam peixes com  habilidade, levando vários de uma vez no bico. Carismáticos e sociáveis, tornaram-se símbolo das paisagens marinhas do Atlântico Norte.

Crédito: Imagem de Paul Edney por Pixabay

Curiosamente, em certas regiões do Atlântico Norte, filhotes de papagaio-do-mar são jogados do alto de falésias em direção ao mar, mas isso é por um motivo nobre: é que eles se desorientam à noite e acabam em áreas urbanas, longe do mar. Moradores e equipes de resgate recolhem essas aves e as devolvem à natureza.

Crédito: Imagem de Dave Hostad por Pixabay

Uma curiosidade interessante sobre os papagaios-d0-mar, também chamados de Fradinhos, é que eles serviram de inspiração para “Star Wars: Os Últimos Jedi” (2017). Esses pássaros cativaram a equipe de produção do filme e inspiraram a criação dos Porgs, criaturas do universo da franquia.

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Faisão-dourado: Também conhecido como faisão-chinês e cateleuma, essa é uma ave nativa das florestas montanhosas da China central. O faisão-dourado é famoso por sua plumagem exuberante e cores vibrantes, tornando-o um dos faisões mais belos do mundo.

Crédito: Flickr Goewin

Ave-do-paraíso: Essa espécie se destaca pela cauda exuberante e pelas cores fascinantes. Além das plumas vibrantes, chama atenção a pele turquesa da cabeça, que intensifica seu visual marcante. As fêmeas têm plumagem marrom discreta, enquanto os machos exibem cores intensas e realizam danças elaboradas para impressioná-las, transformando o cortejo em um verdadeiro espetáculo na natureza.

Crédito: Flickr Ken Behren

Pato-mandarim: Considerado um dos patos mais bonitos do mundo, é originário da China e do Japão e chama atenção pelas cores vibrantes. Sua aparência marcante o tornou símbolo frequente em diversas expressões artísticas e culturais. Prefere lagoas cercadas por árvores, evita mar aberto e é um voador ágil em áreas com vegetação.

Crédito: Imagem de butti_s por Pixabay

Rolieiro-de-peito-lilás: Esse é um pássaro original do Quênia, conhecido por suas cores deslumbrantes, que incluem branco, roxo, azul, turquesa, verde, preto e bronze. Eles ganharam esse nome por causa de seu voo de acasalamento impressionante, que envolve rolamentos, mergulhos e acrobacias.

Crédito: Jappalang/Wikimédia Commons

Lóris Molucanos: Esse é um tipo de papagaio que vive em todas as florestas tropicais da Austrália e da Papua Nova Guiné. É famoso por sua plumagem vibrante e comportamento brincalhão, tornando-o um dos papagaios mais queridos pelos criadores de aves. Costuma viver em bandos de até 30 indivíduos.

Crédito: Flickr Jose Manuel Dominguez

Sterna inca: É uma espécie de ave marinha que habita as costas do Pacífico, especialmente ao longo da costa oeste da América do Sul, incluindo o Peru. Essas aves têm um padrão de plumagem distinto, com uma cabeça preta, um corpo branco e uma mancha vermelha ou alaranjada no bico.

Crédito: Imagem de Daniel Borker por Pixabay

Grande ave-do-paraíso: Nativa da Nova Guiné, é famosa pela plumagem vibrante e pelo espetáculo de cortejo dos machos. Eles exibem longas caudas ornamentadas, que podem ultrapassar um metro, usadas para atrair as fêmeas. Já as fêmeas têm aparência discreta, com plumagem marrom e cauda curta, o que ajuda na camuflagem.

Crédito: FLickr Merintia

Araçari-mulato: Presente em florestas tropicais da América do Sul, inclusive no Brasil, destaca-se pelo bico longo e colorido e pela plumagem contrastante. Alimenta-se principalmente de frutas, mas também pode consumir insetos e pequenos vertebrados. Embora não esteja em extinção, sofre com o desmatamento e a fragmentação de seu habitat natural.

Crédito: Flickr ordago13

Calau-de-Malabar: Encontrado no sul da Índia, Sri Lanka e partes do sudeste asiático, vive em florestas tropicais e áreas de vegetação densa. De grande porte, pode chegar a cerca de 75 centímetros e se destaca pelo bico longo e curvo, com coloração preta brilhante.

Crédito: Flickr Antonio Giudici

Quetzal: Encontrado nas florestas tropicais da América Central e do sul do México, encanta pela plumagem vibrante e pela longa cauda verde dos machos. Considerado sagrado por povos locais, alimenta-se principalmente de frutas e ajuda na dispersão de sementes nas florestas.

Crédito: Flickr Nick Athanas

Cotinga-de-bico-largo: Ave tropical de países da América do Sul, incluindo o Brasil, vive nas copas das florestas. Os machos exibem plumagem azul brilhante, enquanto as fêmeas têm tons mais discretos, com bico largo característico da espécie. Alimenta-se sobretudo de frutas e ajuda na dispersão de sementes.

Crédito: Sylfred1977 /Wikimédia Commons

Poupa-eurasiática: Ave colorida encontrada em partes da Europa, Ásia e África, destaca-se pelo corpo em tom rosado, asas listradas e grande crista. Alimenta-se principalmente de insetos, como besouros e larvas, mas também pode consumir pequenos répteis e outros animais.

Crédito: Montagem sobre fotos Pixabay

Guarda-rios-de-papo-branco: Pequena e colorida, vive em regiões da Europa, Ásia e norte da África, sempre próxima a rios e lagos de água limpa. Destaca-se pela habilidade de mergulhar para capturar peixes e por sua boa adaptação a novos habitats, o que favorece o crescimento da população.

Crédito: Imagem de Bishnu Sarangi por Pixabay

Grou-coroado: Encontrado no leste da Rússia, China, Mongólia e Japão, é uma das espécies de grou mais ameaçadas do mundo. Elegante, possui plumagem cinza e um distintivo topete dourado na cabeça.
Vive principalmente em áreas úmidas, como pântanos, lagos rasos e pastagens alagadas.

Crédito: Flickr Romanie de Groot

Maria-leque-do-sudeste: Vive em florestas tropicais úmidas da América Central e do Sul e se destaca pela vocalização marcante. Possui um comportamento curioso de seguir formigas de correição para capturar insetos que fogem do caminho delas. Essa estratégia facilita a alimentação e reduz a competição com outras aves na mesma região.

Crédito: - Flickr Sergio Trevisan