Ícone do jazz encontrado morto em cabine de cruzeiro já gravou com brasileiro; conheça Ken Peplowski

O renomado músico de jazz Ken Peplowski, de 66 anos, foi encontrado morto em sua cabine no último dia do cruzeiro temático “The Jazz Cruise ’26”, em 1º de fevereiro.

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A equipe do navio Celebrity Summit deu falta do artista após ele não comparecer a uma apresentação agendada para as 16h.

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Embora enfrentasse desde 2021 um mieloma múltiplo, a causa da morte ainda não havia sido divulgada até a manhã do dia 5 de fevereiro.

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A organização do evento lamentou a perda repentina no último dia da viagem.

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A morte repentina aconteceu enquanto o navio passava pela região do Golfo do México, poucos dias após Peplowski ter apresentado seu álbum mais recente aos passageiros.

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Peplowski construiu uma extensa discografia dedicada à tradição do jazz clássico. Conheça mais sobre ele!

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Nascido em Cleveland, Ohio, em 1959, Ken Peplowski era conhecido como um dos grandes especialistas contemporâneos no clarinete dentro do jazz tradicional e do swing.

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Ainda criança, ele rapidamente demonstrou talento incomum para instrumentos de sopro.

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Ele começou sua trajetória profissional tocando em bandas de polca locais antes de se mudar para Nova York e ser recrutado por Tommy Dorsey para integrar sua orquestra.

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Esse início moldou sua habilidade técnica impecável e seu profundo respeito pelas raízes do swing.

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Ao longo dos anos, Peplowski provou ser um músico extremamente versátil, capaz de transitar entre o jazz clássico, o bebop e até mesmo incursões pela música clássica e pelo pop.

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A consagração veio através de sua longa parceria com a prestigiada gravadora Concord Records, quando lançou dezenas de álbuns aclamados.

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Um deles, “The Natural Touch”, de 1992, ganhou o prêmio de Melhor Álbum de Jazz do Ano pelo “Prises Deutschen Schallplatten Kritiken”.

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Além de seu trabalho como líder de banda, Peplowski foi um colaborador requisitado, tendo tocado ao lado de lendas como Mel Tormé, Madonna, Charlie Byrd e Rosemary Clooney.

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Peplowski também se destacava por sua personalidade carismática e seu bom humor nos palcos.

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Em 2019, ele gravou um disco com o guitarrista brasileiro Diego Figuereido, intitulado “Amizade”.

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Antes de morrer, o músico vinha sendo o diretor artístico do Sarasota Jazz Festival, do Newport Beach Jazz Party e do Oregon Coast Jazz Party em Newport.

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