‘Jornada nas Estrelas’: 60 anos da saga que revolucionou a ficção científica

Em 2026, a franquia Jornada nas Estrelas (“Star Trek”, no original) completa 60 anos como uma das mais duradouras e influentes criações da cultura pop mundial. 

Crédito: - Divulgação

Desde sua estreia na televisão norte-americana em 1966, a série atravessou gerações, expandiu-se para múltiplas produções derivadas e consolidou um universo narrativo que mistura ficção científica, reflexão social e imaginação futurista. 

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A série original foi criada pelo roteirista e produtor Gene Roddenberry, que concebeu o projeto como uma espécie de “faroeste espacial”, ambientado em uma nave que percorre os confins da galáxia em missões de exploração. 

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Exibida originalmente pela NBC entre 1966 e 1969, a produção acompanhava as aventuras da nave estelar Enterprise em sua missão de cinco anos: explorar novos mundos para buscar novas formas de vida e civilizações. 

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Embora a audiência tenha sido modesta durante sua exibição inicial, a série ganhou enorme popularidade nas reprises televisivas da década de 1970, transformando-se gradualmente em um fenômeno cultural.

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Grande parte desse sucesso se deve ao carisma de seu elenco e à química entre os personagens centrais. Já William Shatner interpretou o capitão James T. Kirk, líder da Enterprise conhecido por sua coragem e impulsividade.

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Leonard Nimoy deu vida ao oficial científico Spock, um vulcano (espécie humanóide fictícia) cuja lógica implacável se tornou um dos elementos mais icônicos da franquia. Para completar, DeForest Kelley como o médico Leonard “Bones” McCoy, Nichelle Nichols como a oficial de comunicações Uhura, George Takei como o timoneiro Hikaru Sulu e James Doohan como o engenheiro Montgomery Scott. 

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Mesmo após o fim da série original, o universo de Jornada nas Estrelas continuou a se expandir. Em 1979, o lançamento do filme “Jornada nas Estrelas” levou a franquia para o cinema e inaugurou uma série de produções cinematográficas que se estenderia por décadas. Ao longo dos anos 1980 e 1990, novos longas-metragens com o elenco original consolidaram a popularidade da saga. 

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O verdadeiro renascimento da franquia ocorreu em 1987 com a estreia de “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração”. Ambientada cerca de um século após os eventos da série original, a produção apresentou uma nova tripulação da Enterprise, liderada pelo capitão Jean-Luc Picard, interpretado por Patrick Stewart. 

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O sucesso de “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração” levou à criação de novas séries derivadas, entre elas “Deep Space Nine”, “Voyager” e “Enterprise”, que expandiram ainda mais a mitologia da franquia.

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A partir da década de 2000, a saga passou por novas reinvenções. Em 2009, um reboot cinematográfico dirigido por J. J. Abrams apresentou versões mais jovens dos personagens clássicos, interpretados por atores como Chris Pine, Zachary Quinto e Zoe Saldaña, aproximando a franquia de uma nova geração de espectadores. 

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Paralelamente, o streaming impulsionou uma nova fase televisiva, com séries como “Star Trek: Discovery”, “Star Trek: Picard”, “Star Trek: Strange New Worlds” e ‘Star Trek: Lower Decks”, demonstrando a capacidade de renovação constante do universo criado por Roddenberry.

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Ao longo de seis décadas, Jornada nas Estrelas também deixou marcas profundas fora das telas. A franquia inspirou cientistas, engenheiros e pesquisadores, influenciando desde o desenvolvimento de tecnologias até o interesse popular pela exploração espacial. 

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O celular moderno, por exemplo, costuma ser comparado ao comunicador usado pelos personagens da série original, e diversos astronautas da NASA já mencionaram a obra como uma inspiração para suas carreiras. 

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Além disso, o gesto vulcano acompanhado da frase “vida longa e próspera”, popularizado por Spock, tornou-se um dos símbolos mais reconhecíveis da ficção científica.

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Outro aspecto central do legado de “Jornada nas Estrelas” é sua tradição de abordar temas sociais e políticos por meio da ficção científica. 

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Ao longo das décadas, a franquia tratou de assuntos como racismo, guerra, direitos civis, intolerância religiosa e desigualdade, frequentemente refletindo debates contemporâneos dentro de narrativas ambientadas em um futuro distante.

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Após 60 anos de sua estreia, “Jornada nas Estrelas” permanece como um dos universos ficcionais mais amplos da história do entretenimento, reunindo centenas de episódios televisivos, filmes, romances, quadrinhos, jogos e uma das comunidades de fãs mais dedicadas do mundo. 

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