Por seis anos consecutivos, de 2020 a 2025, a República das Maldivas foi escolhida o melhor destino turístico do mundo pela World Travel Awards, conhecido como “Oscar do Turismo” por ser uma das principais premiações no segmento.
Entretanto, esse pequeno país insular no Oceano Índico ao sul do continente asiático, com belíssimas paisagens, pode desaparecer por causa das mudanças climáticas.
Crédito: Imagem de 12019 por PixabaySegundo o Fórum Econômico Mundial, o nível dos oceanos pode subir 1,1 metro nas próximas oito décadas com o aquecimento global. Até o ano de 2100, o arquipélago formado por 1.190 ilhas, com praias, lagoas e recifes poderá ser totalmente submerso, pois 80% das ilhas estão apenas um metro acima do nível do mar.
Crédito: Reprodução TV GloboAs Maldivas têm um clima tropical e úmido com uma precipitação aproximada de 2 mil mm ao ano. A nação foi colônia portuguesa (1558), neerlandesa (1654) e britânica (1887).
Crédito: Maldivas - Imagem de 12019 por PixabayÉ a nação menos populosa da Ásia, assim como o menos populoso entre os países muçulmanos e também o menor da Ásia. Malé é a maior cidade e capital, no extremo sul do Atol Kaafu.
Crédito: Ibrahim Asad/Wikimédia CommonsAs Maldivas são um membro fundador da Associação Sul-Asiática para a Cooperação Regional. Também integram a Organização das Nações Unidas, a Organização para a Cooperação Islâmica e o Movimento dos Países Não Alinhados.
Crédito: domínio públicoA pesca tem sido historicamente a atividade econômica dominante, e continua a ser o maior setor de exportação, seguido pelo rápido crescimento da indústria do turismo.
Crédito: Reprodução TV GloboJunto com Sri Lanka, é um dos dois únicos países do sul da Ásia com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado elevado, com a sua renda per capita sendo a mais alta entre os países da SAARC.
Crédito: Genet wikimedia commonsDiz a lenda maldívia que um príncipe cingalês chamado Koimale encalhou com sua esposa, filha do rei do Sri Lanka, em uma lagoa das Maldivas e dominou a região como o primeiro sultão.
Crédito: Reprodução TV GloboCom o passar dos séculos, as ilhas foram visitadas por marinheiros dos países do mar Arábico e dos litorais do oceano Índico, que deixaram a sua marca.
Crédito: Reprodução TV GloboNo século XVI, entre 1558 e 1573, os portugueses estabeleceram uma pequena feitoria nas Maldivas, que administraram a partir da colónia principal portuguesa de Goa. Por quinze anos dominaram as ilhas, mas a atuação do feitor foi muito impopular.
Crédito: Reprodução TV GloboO país foi governado como um sultanato islâmico independente na maior parte de sua história entre 1153 e 1968. Foi um protetorado britânico desde 1887 até 25 de julho de 1965. Em 1953, por um breve período, implantou-se uma república mas o sultanato se restabeleceu. Em 1968, a república se firmou no país.
Crédito: Reprodução TV GloboAs Maldivas são uma república presidencialista na qual o presidente é o chefe de estado e governo. O presidente é eleito por cinco anos, por voto secreto do parlamento e depois referendado pela população.
Crédito: Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke por PixabayEm 26 de dezembro de 2004, as ilhas foram devastadas por um tsunami, que se seguiu a um forte terremoto, produzindo ondas de 1,2 a 1,5 metro de altura e inundando o país quase por completo.
Crédito: Reprodução TV GloboO idioma oficial das Ilhas Maldivas é o dhivehi. Devido ao turismo e à pouca difusão da língua nativa no panorama internacional, os funcionários de qualquer hotel costumam falar inglês. A moeda oficial é a rupia das Maldivas, mais conhecida como rufiyaa.
Crédito: Ittemaldiviano 🇲🇻 UnsplashO Islã foi introduzido nas Maldivas em 1153 e é, até hoje, a religião oficial, seguindo a vertente sunita. Embora o país tenha características consideradas moderadas dentro do mundo islâmico, mantém leis religiosas rígidas, e o papel das mulheres combina participação ativa na sociedade com algumas restrições.
Crédito: Imagem de Jonny Belvedere por PixabayApesar das paisagens paradisíacas, as Maldivas também enfrentam desafios ambientais. A poucos quilômetros de Malé, a ilha de Thilafushi concentra grande parte dos resíduos do país e ficou conhecida como uma “ilha de lixo”, recebendo centenas de toneladas de descarte por dia, incluindo materiais provenientes do turismo.
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