Uma pequena cidade localizada no Sul do Espírito Santo mantém há quase quatro anos uma estatística que é rara no Brasil.
Cercada entre as montanhas do Caparaó, Dores do Rio Preto não registra nenhum homicídio há quatro anos.
Crédito: DivulgaçãoO último episódio de violência letal ocorreu em maio de 2022, fruto de uma briga em uma festa. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública estadual.
Crédito: Reprodução do Youtube Canal Viajando Todo o BrasilCom pouco mais de 6,5 mil habitantes, ruas tranquilas e relações próximas entre vizinhos, o município construiu uma rotina marcada pela sensação de segurança e pelo ritmo típico do interior.
Crédito: Reprodução TV GazetaA tranquilidade da região é a principal característica descrita pelos moradores.
Crédito: Divulgação“Aqui a gente anda sem medo nenhum. Todo mundo se conhece”, ressaltou ao g1 o estudante Bruno Protazio, de 21 anos.
Crédito: Reprodução TV GazetaO prefeito Tiaguinho Pessotti acredita que esse cenário positivo é o reflexo de uma combinação entre a hospitalidade do povo local e uma gestão estratégica em parceria com as forças policiais.
Crédito: Reprodução do Youtube Canal Viajando Todo o Brasil"Somos um interior que permanece com toda a essência de cidade do interior. Recebemos bem o turista, produzimos um bom café, e um bom café sempre traz tranquilidade", brincou o prefeito.
Crédito: Reprodução TV GazetaRecentemente, a segurança de Dores do Rio Preto foi reforçada com a instalação de uma companhia da Polícia Militar no distrito de Pedra Menina, ponto estratégico para o turismo regional.
Crédito: Reprodução do Youtube Canal Viajando Todo o BrasilAlém da presença estatal, a própria comunidade se organiza para manter a ordem: um grupo de WhatsApp serve como ferramenta de monitoramento coletivo, onde qualquer movimentação atípica é reportada rapidamente.
Crédito: Reprodução do Youtube Canal Viajando Todo o BrasilGeograficamente, Dores do Rio Preto é a 4ª cidade menos populosa do estado e tem uma área urbana mínima, o que preserva sua atmosfera rural.
Crédito: Reprodução TV GazetaCom menos de 1% da área urbanizada, o município tem origem no século 19, quando servia de passagem entre Minas Gerais e Espírito Santo.
Crédito: Domínio público/Wikimédia CommonsTornou-se município apenas em 1963, adotando o nome ligado ao rio e à padroeira local.
Crédito: Reprodução TV GazetaA economia local gira em torno da cafeicultura de montanha e do ecoturismo, sendo um dos acessos mais procurados para o Pico da Bandeira.
Crédito: Reprodução TV GazetaO desenvolvimento da região foi acompanhado de perto por famílias tradicionais que viram as estradas de chão darem lugar ao asfalto e ao surgimento de pousadas e cafeterias modernas.
Crédito: Reprodução TV GazetaProjetos ambiciosos, como a Travessia dos 7 Cumes, buscam elevar o município ao patamar internacional do turismo de aventura.
Crédito: DivulgaçãoA cidade aposta justamente na segurança e na beleza natural para atrair visitantes do mundo inteiro que buscam experiências de trilhas e cachoeiras.
Crédito: Domínio público/Wikimédia CommonsApesar dos indicadores de violência letal serem nulos nos últimos anos, a cidade não está totalmente imune a delitos.
Crédito: Reprodução TV GazetaDados oficiais da Secretaria de Segurança Pública indicam que ocorrências como estelionatos e pequenos furtos patrimoniais ainda acontecem, embora em números significativamente menores do que em centros urbanos ou cidades vizinhas de porte semelhante.
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