O Brasil alcançou o total de 88 casos confirmados de mpox, de acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Saúde em conjunto com secretarias estaduais.
Até a manhã do dia 25 de fevereiro, não haviam sido registrados casos de óbito.
Crédito: Andrzej Rembowski/PixabayA maior concentração está no estado de São Paulo, que soma 63 registros. Na sequência aparecem Rio de Janeiro, com 15 casos, Rondônia, com 4, e Minas Gerais, com 3 ocorrências.
Crédito: Divulgação/AnvisaAlém desses, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e o Distrito Federal também têm casos confirmados — Em 2025, o Brasil registrou 1.045 ocorrências e 3 mortes pela doença.
Crédito: Reprodução/FreepikAlém das confirmações, o país acumula mais de 171 notificações sob suspeita. Dentre elas, mais de 50 já foram descartadas após análise.
Crédito: Reprodução/FreepikEm fevereiro, uma variante recombinante do vírus da mpox foi confirmada em dois pacientes, um no Reino Unido e outro na Índia.
Crédito: Reprodução/NIADA recombinação viral ocorre quando vírus semelhantes infectam a mesma pessoa e trocam material genético, dando origem a novas variantes.
Crédito: Freepik/kjpargeterDados genéticos mostraram que os dois pacientes foram contaminados pela mesma variante, em momentos distintos, o que indica a possível existência de outros casos ainda não detectados.
Crédito: fernando zhiminaicela/PixabayAinda assim, a entidade informou que não houve mudança na classificação do risco global.
Crédito: Davi Mendes/UnsplashOs dois pacientes apresentaram manifestações clínicas compatíveis com as registradas em outros casos da doença e evoluíram sem gravidade.
Crédito: insung yoon/UnsplashO monitoramento de pessoas que tiveram contato com eles não detectou novos contágios relacionados.
Crédito: Divulgação/OMSDe acordo com especialistas, o cenário atual da mpox não apresenta um crescimento atípico e se mantém dentro das expectativas epidemiológicas.
Crédito: Reprodução/FreepikO infectologista Ralcyon Teixeira, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, afirma que o vírus circula de forma contínua desde a expansão global registrada em 2022, o que caracteriza um quadro endêmico.
Crédito: Flickr - NIAIDSegundo ele, os maiores picos ocorreram em 2022 e 2023, durante surtos mais intensos. “Hoje não conseguimos falar em novo surto ou epidemia”, pontuou.
Crédito: Divulgação/Agência de Segurança da Saúde do Reino UnidoA mpox é uma doença infecciosa zoonótica causada por um vírus da mesma família da varíola.
Crédito: Flickr - NIAIDA transmissão ocorre prioritariamente pelo contato direto com a pele, lesões, secreções ou objetos contaminados de uma pessoa infectada.
Crédito: phil/Centers for Disease Control and Prevention - CDC Dominio PublicoOs sintomas iniciais da mpox costumam ser gerais, como febre, dores no corpo e mal-estar, surgindo antes das alterações na pele. Em seguida, aparecem erupções na pele que podem ocorrer em diferentes partes do corpo.
Crédito: Divulgação/Ministério da SaúdeO tratamento disponível é de suporte, voltado ao alívio dos sintomas e à prevenção de complicações; pessoas infectadas devem permanecer isoladas até a completa cicatrização das lesões, o que pode levar de duas a quatro semanas.
Crédito: PixabaySegundo o infectologista do Hospital Heliópolis, Juvencio Furtado, a principal forma de se prevenir do vírus é evitando o contato corporal pele a pele.
Crédito: Reprodução/NIAID