Ovos de aves pelo mundo: tamanhos, cores e curiosidades

As aves são os animais mais frequentemente associados aos ovos, presença comum no dia a dia de muitas pessoas. Isso se deve, em parte, ao consumo humano, já que esses alimentos são amplamente utilizados na alimentação em diferentes culturas. Além disso, a variedade de formas, tamanhos e cores dos ovos entre as aves também chama a atenção.

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Todas as aves são ovíparas. Botam ovos em ninhos e geralmente chocam para aquecê-los.  Há quem imagine que a cor da casca altera o valor nutricional. Mas a coloração se refere apenas à raça da ave. Além disso, o tamanho não interfere na proteína. Os menores são de aves jovens e os maiores de animais mais velhos.

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Há indícios de que a ave doméstica passou a ser consumida por humanos por volta de 7500 a.C., no sul da China, Tailândia e Mianmar. Eles buscavam uma espécie mais dócil e que rendesse bastante carne.

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Na África, a ave d’Angola é uma raça bem difundida. Embora ponha apenas 80 ovos por ano, em média ela responde pela maior parte do consumo no continente. Veja outros tipos de ovos de aves.

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Codorna – Pequenos e delicados, os ovos de codorna são conhecidos pelas cascas manchadas. Apesar do tamanho reduzido, são nutritivos e muito consumidos em diversas receitas. Também se destacam pela aparência diferente em relação a outros ovos de aves.

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Pata – Os ovos têm gema mais rica e sabor marcante. A casca é espessa, o que aumenta a durabilidade. Na China , é comum o consumo de ovos de pata. Chamados de ” pretos”, ou “ovos de cem anos”, são cozidos e mantidos enterrados por vários dias numa mistura de sal, chá verde, cinzas e argila até serem consumidos.

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Gaivota – Ovos geralmente manchados, com tons que variam entre verde, marrom e cinza. A coloração ajuda na camuflagem. São adaptados a locais abertos e próximos ao mar. Na Inglaterra , ovos de gaivota são apreciados. E, certa vez, seu consumo chegou a ser recomendado em Gloucestershire para reduzir a proliferação dessas aves.

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Avestruz – Gigantes, podem pesar mais de 1 kg e equivaler a dezenas de ovos comuns. A casca é extremamente dura e resistente. Os fenícios gostavam de ovos de avestruz,  principalmente entre cerca de 1500 a.C. e 300 a.C. Eles usavam esses ovos não só como alimento, mas também como objetos decorativos e simbólicos.

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Ema – Semelhantes aos de avestruz, mas um pouco menores, têm casca espessa e clara. São encontrados principalmente em criações específicas. Também impressionam pelo tamanho e resistência.

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Gansa – Grandes e de casca branca ou levemente amarelada, são mais robustos que os comuns. Têm sabor intenso e são usados em algumas culinárias tradicionais. Também se destacam pelo tamanho e valor nutricional.

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Perua – Os ovos de perua são maiores e têm casca mais resistente. Apesar de menos comuns no consumo, são nutritivos e valorizados em criações. A produção costuma ser menor, o que limita sua presença no mercado.

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Pavão (fêmea) – Os ovos têm coloração clara e tamanho médio, com casca relativamente resistente. São menos comuns, já que a espécie é mais valorizada pela beleza das penas. Ainda assim, fazem parte da diversidade de ovos de aves ornamentais.

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Seriema – Seus ovos são discretos e geralmente postos diretamente no solo ou em ninhos simples. A coloração tende ao bege com manchas suaves. São pouco conhecidos, mas curiosos dentro da diversidade das aves brasileiras.

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O consumo de ovos é muito antigo, com registros em civilizações como a Mesopotâmia e o Egito, há milhares de anos. Povos egípcios apreciavam ovos de aves como ganso, codorna e pato, utilizando-os em diferentes preparações. Há registros de receitas com ovos datadas de cerca de 2 mil anos antes de Cristo, indicando seu uso já consolidado na alimentação.

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