A bióloga marinha brasileira Camila Domit é uma das doze finalistas do Whitley Awards 2026, prestigiada premiação britânica conhecida como o “Oscar da Conservação”.
Ela é pesquisadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Associação MarBrasil.
Crédito: Wikimedia Commons/BoaventuraviniciusA brasileira lidera estudos sobre tartarugas-verdes e ações de conservação marinha no Paraná, integrando pesquisa científica, educação ambiental e apoio a políticas públicas.
Crédito: Juliano Bazanella/RebimarOs vencedores serão anunciados em 29 de abril, em Londres, e cada premiado receberá 50 mil libras (equivalente a R$ 380 mil).
Crédito: DivulgaçãoAlém disso, o escolhido terá a oportunidade de participar de atividades em Londres e integrar a rede internacional de conservacionistas apoiados pela instituição.
Crédito: Divulgação“É uma oportunidade de falarmos do Paraná, da biodiversidade marinha e contar sobre os desafios de espécies e comunidade das zonas costeiras e dos oceanos que não têm voz”, declarou Camila.
Crédito: Juliano Bazzanela/RebimarOrganizado pela Whitley Fund for Nature (WFN), o prêmio é apoiado por figuras como o naturalista Sir David Attenborough e a princesa Anne.
Crédito: Reprodução/Silverback Films and Open Planet StudiosCriado em 1993, o WFN já destinou 26 milhões de libras a 220 líderes ambientais de 80 países do Sul Global.
Crédito: Reprodução @whitleyawardsEm 2026, foram 270 inscrições, um aumento de 127% em relação ao ano anterior. Os finalistas representam iniciativas comunitárias na África, Ásia e América Latina, voltadas à proteção da biodiversidade e ao enfrentamento das crises climática e ecológica.
Crédito: Reprodução @whitleyawardsA lista também inclui pesquisadores com projetos de conservação de espécies ameaçadas, como orangotangos, leões, anfíbios, tubarões, aves e salamandras.
O Brasil tem uma forte tradição no prêmio. Em 2025, o reconhecimento foi dado a Yara Barros, diretora executiva do Projeto Onças do Iguaçu.
Crédito: Divulgação/Projeto Onças do IguaçuEm 2024, foi a vez de Fernanda Abra, que tem um projeto para proteger a fauna silvestre em rodovias.
Crédito: Reprodução @nanda_abraEm 2022, o brasileiro premiado foi o engenheiro florestal Pablo Hoffmann, sócio fundador e diretor da Sociedade Chauá, que trabalha pela proteção da Floresta com Araucárias.
Crédito: Reprodução @chauaorgUm ano antes, em 2021, o biólogo Pedro Fruet, um dos líderes da organização Kaosa, que luta pela conservação dos botos-de-Lahille no Rio Grande do Sul, foi um dos selecionados.
Crédito: WFN/DivulgaçãoPor fim, em 2020, duas brasileiras estiveram entre os premiados: Patrícia Médici, que lidera a INCAB (Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira);
Crédito: DivulgaçãoE Gabriela Cabral Rezende, que comanda o programa de conservação do mico-leão-preto, do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ).
Crédito: Divulgação/IPÊ