Morre Álvaro da Camélia, o florista mais famoso do Brasil, aos 84 anos - Super Rádio Tupi
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Morre Álvaro da Camélia, o florista mais famoso do Brasil, aos 84 anos

Empresário de 84 anos, dono da tradicional Camélia Flores, faleceu vítima de infarto

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O Rio de Janeiro perdeu neste sábado (20) uma de suas figuras mais marcantes. Álvaro da Camélia, conhecido nacionalmente como o florista mais famoso do Brasil, morreu em casa, vítima de um infarto, aos 84 anos.

Proprietário da tradicional Camélia Flores, Álvaro construiu um legado que atravessou gerações, tornando-se referência em arranjos sofisticados e fornecimento de flores raras. Mais do que empresário, era um personagem carismático, que transitava com naturalidade entre o comércio, o mundo artístico e os bastidores da imprensa.

Tradição que atravessa gerações

A Camélia Flores existe há mais de um século e está sob gestão da família Barros Moreira há mais de 50 anos. O apelido que virou marca veio justamente da ligação com as flores, que acompanharam Álvaro desde a adolescência.

Atualmente, os filhos Alvinho e Dudu dão continuidade ao negócio, ampliando a atuação e preservando a tradição iniciada pelo pai.

Florista Álvaro, da Camélia Flores (Foto: Reprodução)

Amigo da imprensa e da Tupi

Álvaro também era conhecido pelo carinho com jornalistas e radialistas, especialmente com a Super Rádio Tupi, onde era presença constante. A emissora fez uma homenagem emocionada durante o programa Botequim do Mister, comandado por Marcus Vinicius, o Mister.

“Era um grande amigo, participativo, incentivador. Nosso coração está partido”, destacou.

Sempre bem-humorado, apaixonado por futebol e comunicação, Álvaro da Camélia se tornou uma figura querida no Rio de Janeiro, deixando um vazio na vida social e cultural da cidade.

Comunicadores da Super Rádio Tupi se despediram de Álvaro. Francisco Barbosa destacou a amizade de décadas e comentou sobre sua personalidade. “Quem conhece o Rio de Janeiro sabe que Álvaro da Camélia fez muito pela cidade.”

Pedro Augusto afirmou que Álvaro foi como um “pai” para ele em sua chegada ao Rio de Janeiro.