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Saúde

Desânimo e falta de energia não surgem do nada e quase sempre estão ligados a esses hábitos comuns

Veja o que está drenando sua disposição e como começar a reagir hoje

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Desânimo e falta de energia não surgem do nada e quase sempre estão ligados a esses hábitos comuns
Cansaço frequente pode estar relacionado a desequilíbrios hormonais, nutricionais ou emocionais

A falta de energia diária nem sempre está ligada à preguiça ou falta de motivação, mas a sinais físicos e emocionais que passam despercebidos. Quando o cansaço se torna constante, o corpo costuma estar indicando desequilíbrios internos. Identificar essas causas muda completamente a forma de lidar com o problema.

Por que a falta de energia não é apenas emocional

A falta de energia pode ter origem emocional, especialmente em quadros depressivos relacionados a luto, estresse intenso ou problemas financeiros. Nessas situações, há queda de motivação, perda de interesse e sensação constante de esgotamento, mesmo sem esforço físico significativo.

Além disso, a baixa produção de serotonina interfere diretamente no humor e na percepção de prazer. Mesmo pessoas que não se consideram deprimidas podem apresentar desânimo persistente quando esse sistema está desregulado.

Alterações hormonais e celulares ligadas à falta de energia

Distúrbios hormonais reduzem o metabolismo basal e tornam o corpo mais lento. Hipotireoidismo, testosterona baixa, ferritina reduzida, deficiência de iodo ou selênio são causas comuns de cansaço contínuo e queda de rendimento físico e mental.

Outro fator central são as mitocôndrias, responsáveis pela produção de energia das células. Quando essas estruturas não funcionam adequadamente, a falta de energia surge em qualquer idade, inclusive em crianças e jovens, independentemente de sono ou alimentação pontual.

Desânimo e falta de energia não surgem do nada e quase sempre estão ligados a esses hábitos comuns
Entenda por que o corpo trava e o que fazer para retomar o ritmo. – Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

Principais causas da falta de energia

Grupo Exemplos Efeito no organismo
Emocional Depressão, estresse intenso, baixa serotonina Queda de motivação e interesse pelas atividades
Hormonal Hipotireoidismo, testosterona baixa, ferritina baixa, falta de iodo ou selênio Metabolismo lento e cansaço persistente
Mitocondrial Inflamação, estresse oxidativo, má alimentação Baixa produção de energia celular

Estratégias práticas para melhorar a falta de energia

  • Reduzir drasticamente açúcar refinado e ultraprocessados
  • Priorizar alimentação natural e pouco inflamatória
  • Manter ingestão adequada de proteínas e gorduras boas
  • Praticar exercício físico regular, respeitando limites individuais
  • Estimular ganho e manutenção de massa muscular
  • Evitar sedentarismo prolongado
  • Ajustar sono e exposição à luz natural

Selecionamos um conteúdo do canal Dr. Moacir Rosa, que conta com mais de 2,26 mi de inscritos e já ultrapassa 919 mil visualizações neste vídeo, apresentando orientações sobre como lidar com desânimo, falta de energia e sensação de preguiça persistente. O material destaca possíveis causas físicas e emocionais, ajustes de hábitos diários e estratégias práticas para melhorar a disposição e o bem-estar, alinhado ao tema tratado acima:

Nutrientes e hábitos que sustentam a energia

Níveis adequados de vitamina D são importantes para o funcionamento mitocondrial, e a deficiência é comum na população. A L-carnitina auxilia no transporte de gordura para dentro da mitocôndria, enquanto a coenzima Q10 participa da produção energética e atua como antioxidante, sendo especialmente relevante para quem utiliza estatinas.

Um bom complexo B, incluindo B12 em forma metilada e PQQ, favorece reações energéticas e pode estimular a biogênese mitocondrial. A correção dessas deficiências, associada a alimentação adequada e atividade física regular, costuma trazer melhora consistente e duradoura da falta de energia quando feita com acompanhamento profissional.