Rio
Filha de major da PM morre com sinais de espancamento; pai desabafa nas redes sociais
A jovem morreu ainda na unidade de saúde, a UPA do Jardim Novo, para onde foi levada em busca de atendimento médico
A Polícia Civil investiga a morte de Naysa Kayllany da Costa Borges, de 23 anos, registrada no domingo (4), após a jovem dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro de Realengo, na Zona Oeste do Rio. Segundo as informações iniciais, ela apresentava sinais de espancamento.
Naysa Kayllany era filha do major da Polícia Militar Neyfson Borges. A jovem morreu ainda na unidade de saúde, a UPA do Jardim Novo, para onde foi levada em busca de atendimento médico.
O caso foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que ficará responsável pela investigação para esclarecer as circunstâncias da morte.

O que a Polícia Civil apura sobre o caso?
De acordo com a Polícia Civil, agentes realizam diligências e buscam testemunhas que possam ajudar a esclarecer os fatos. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre suspeitos ou a dinâmica do ocorrido.
A corporação informou que as investigações seguem em andamento e que outras medidas estão sendo adotadas para apurar as responsabilidades.
Pai lamenta a perda nas redes sociais
O major Neyfson Borges publicou uma mensagem nas redes sociais em que se despede da filha. No texto, ele expressa a dor pela perda e presta uma homenagem à jovem.
“Minha amada filha. Deus te arrancou deste mundo porque era muito boa para ficar aqui. É a maior dor do mundo. Hoje o céu ganhou mais uma estrelinha. A mais branca de todas. Feita com um pedaço arrancando inesperadamente do meu coração. Deus levou para Ele minha eterna Branquinha (…) Você foi minha felicidade por esses poucos mais de 22 anos. Obrigado por dar luz a minha vida”, escreveu.

A Polícia Civil reforça que informações que possam contribuir com a investigação podem ser repassadas de forma anônima aos canais oficiais da instituição.