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Personal denuncia homem que a filmou sem autorização em academia; vídeo viraliza

Personal trainer relata ter sido filmada sem consentimento enquanto gravava tutorial e denuncia violação de privacidade

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Foto: Reprodução/Redes sociais

A personal trainer e nutricionista austríaca Elena McCarthy denunciou nas redes sociais que foi filmada sem consentimento enquanto treinava em uma academia. O vídeo, publicado por ela no Instagram, ultrapassou 100 mil visualizações e gerou ampla repercussão.

Nas imagens divulgadas pela própria profissional, é possível ver um homem escondido atrás de uma porta de vidro, observando McCarthy durante o treino. Em seguida, ele utiliza o celular para registrar a cena, enquanto a personal gravava um tutorial de exercícios destinado a uma cliente.

Ao tornar o episódio público, Elena afirmou que foi filmada em uma posição vulnerável, sem qualquer autorização, e destacou a gravidade da situação.

Veja as imagens:

“Nem todos os homens, mas sempre um homem”

Na legenda da publicação, a personal escreveu a frase: “Nem todos os homens… mas sempre um homem”. Ela também antecipou possíveis críticas relacionadas às roupas usadas durante o treino e rebateu comentários que tentam transferir a responsabilidade da situação para a vítima.

“Se seu primeiro instinto é criticar minha roupa em vez de condenar a pessoa que está filmando, você é o problema”, afirmou.

Relato denuncia violação de segurança

No depoimento publicado na íntegra, Elena reforçou que estar em um ambiente público não significa abrir mão do direito à privacidade.

“Há uma enorme diferença entre estar ‘em público’ e ser ‘propriedade pública’. Filmar mulheres sem permissão enquanto elas se alongam ou treinam não é apenas ‘assustador’ — é uma violação da segurança que todas merecemos neste espaço”, escreveu.

Ela também criticou a tentativa de justificar comportamentos abusivos com base na vestimenta das mulheres.

“Minhas roupas não dão a ninguém o direito à minha imagem, e seus comentários não justificam a falta de limites dessa pessoa”, concluiu.

O caso reacendeu o debate nas redes sociais sobre assédio, consentimento e segurança de mulheres em academias e espaços públicos.