BBB 26
Vilões do BBB: Relembre 7 participantes que marcaram a história do reality
De recordes de rejeição a estratégias calculistas, veja jogadores que se tornaram antagonistas memoráveis no Big Brother Brasil
Longe de serem uma unanimidade, os chamados “vilões” são peças fundamentais na história do Big Brother Brasil. São eles que costumam gerar as maiores discussões e deixar uma marca definitiva no programa, seja por estratégias ousadas, polêmicas marcantes ou pela alta rejeição do público.
Esses participantes se tornaram antagonistas memoráveis, amados por uns e odiados por outros, mas jamais ignorados. Cada um, a seu modo, desafiou as dinâmicas da casa e provocou reações intensas do lado de fora. A seguir, relembre sete nomes que assumiram esse papel com maestria.
Os vilões inesquecíveis do BBB
Karol Conká (BBB 21): Poucos participantes tiveram uma passagem tão marcante. A cantora se tornou um fenômeno de rejeição e saiu do programa com 99,17% dos votos, um recorde absoluto. Sua postura com outros confinados, especialmente com Lucas Penteado, mobilizou o país e transformou seu nome em sinônimo de “cancelamento”.
Nego Di (BBB 21): Integrante do mesmo grupo de Karol Conká, o humorista também alcançou um índice de rejeição histórico: 98,76%. Sua participação foi marcada por comentários controversos e uma aliança estratégica que o público desaprovou de forma massiva.
Patrícia Leitte (BBB 18): Antes da edição de 2021, Patrícia era a detentora de um dos maiores percentuais de eliminação, com 94,26% dos votos em um paredão triplo. Sua combinação de votos e articulações para eliminar adversários a colocaram na mira dos espectadores.
Dr. Gê (BBB 5): Rogério Padovan é considerado por muitos o primeiro grande vilão do BBB. Ele liderou um grupo que se opôs a Jean Wyllys, o campeão da edição. Sua estratégia calculista e a forma como tentou manipular o jogo garantiram sua fama de antagonista.

Rogério Padovan é considerado o primeiro grande vilão estrategista do BBB. Foto: Foto: Reprodução / TV Globo
Aline Dahlen (BBB 14): Conhecida pelo temperamento forte e por não fugir de confrontos diretos, Aline jogou de forma bastante isolada. Sua intensidade rendeu o apelido de “Alinaja” e a antipatia de boa parte da casa e do público, que a via como uma jogadora ríspida.
Alberto Cowboy (BBB 7): O antagonista clássico de uma das edições mais famosas. Alberto foi o líder do grupo que se opôs ao triângulo amoroso favorito do público (Diego Alemão, Íris Stefanelli e Fani). Frio e estrategista, ele arquitetou o paredão que separou Alemão e Íris, considerado uma das maiores “vilanias” estratégicas do jogo. Foi eliminado com 85% dos votos, um número altíssimo para a época. Ele está de volta no BBB 26.
Tina (BBB 2): Em uma época em que o reality ainda se descobria, Tina foi pioneira na arte do “barraco”. De personalidade explosiva, protagonizou o icônico momento em que bateu panelas pela casa para irritar os colegas, estabelecendo um padrão de confronto que seria visto muitas vezes no futuro.