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Quem é Jéssica Castro, a “advogata” que mudou de cela após Bolsonaro chegar à Papuda

Advogada presa desde 2025 foi transferida de cela após mudança na rotina do presídio em Brasília

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Foto: Reprodução/ @dra_jessica.carvalho

A transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, resultou em mudanças internas na unidade. Entre elas, a realocação de uma detenta que ocupava a cela destinada ao ex-chefe do Executivo.

A presa é Jéssica Castro de Carvalho, de 30 anos, advogada detida desde novembro de 2025. Conhecida nas redes sociais como “advogata”, ela ganhou notoriedade ao compartilhar conteúdos sobre a rotina profissional, atividades religiosas e prática de fisiculturismo, o que lhe rendeu milhares de seguidores.

Jéssica foi presa após ser flagrada transportando drogas, uma arma de fogo de uso restrito e munições dentro do próprio veículo. Desde então, estava custodiada na Papudinha, até que a chegada de Bolsonaro exigiu uma reorganização do espaço prisional.

Ex-presidente Jair Bolsonaro. Crédito: Ed Alves/CB/D.A Press

Quem é a “advogata” realocada

Nas redes, ela afirma ter sete especializações na área do Direito, incluindo atuação em processos relacionados à Lei de Drogas e Violência Doméstica. Também publicava registros de visitas a delegacias, eventos religiosos e competições esportivas, mantendo uma imagem pública marcada pela fé e pela prática intensa de atividades físicas.

A advogada também é citada em investigações por manter relacionamento com um integrante da facção criminosa CDC (Comboio do Cão), identificado como Weslley Raphael Godeiro Vasconcelos da Silva, conhecido como “Bora”.

Transferência de cela e nova localização no presídio

Com a mudança, Jéssica foi transferida para outra cela dentro do presídio, em uma área próxima a outros ex-integrantes do governo federal que cumprem pena ou prisão preventiva, como Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, e Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal.

As alterações fazem parte do esquema de segurança adotado pelas autoridades do Distrito Federal para a custódia do ex-presidente, o que levou à reorganização de espaços e rotinas no complexo penitenciário.