Esportes
Treinador com passagens por gigantes cariocas retorna e acaba com jejum de vitórias de clube mineiro
Treinador voltou após quase três anos e comandou primeira vitória em 19 jogos
Cristóvão Borges voltou a vencer no futebol após quase três anos afastado da profissão. O treinador comandou o Tombense na vitória sobre o Democrata GV, pela quarta rodada do Campeonato Mineiro, resultado que encerrou uma seca de quase nove meses e 19 partidas sem triunfos do clube mineiro.
O resultado marcou a primeira vitória do Tombense desde 3 de maio de 2025, quando a equipe bateu o Itabaiana por 2 a 0, em Tombos. Desde então, o Alvirrubro acumulava empates e derrotas, no maior jejum da história do clube, que disputa competições profissionais desde 1998.
Além de pôr fim à sequência negativa, a vitória tirou o Tombense da zona de rebaixamento do Estadual. A equipe chegou a cinco pontos, segue na lanterna do Grupo B, mas é o melhor entre os últimos colocados das chaves e, se o campeonato terminasse hoje, estaria fora da degola, a três rodadas do fim.

Como foi a volta de Cristóvão Borges ao futebol?
Ex-técnico de Vasco, Corinthians, Flamengo e Fluminense, Cristóvão Borges estava sem trabalhar desde sua passagem pelo Figueirense. A última vitória do treinador antes do retorno havia sido em 15 de fevereiro de 2023, quando o clube catarinense venceu o Barra por 4 a 0, pelo Campeonato Catarinense.
Entre aquele triunfo e a vitória sobre o Democrata GV, foram 1.075 dias. No período, Cristóvão passou por mais um intervalo sabático, algo que já havia feito em outros momentos da carreira, entre 2017 e 2020 e depois entre 2020 e 2023.
Apesar do longo tempo fora, o treinador disputou apenas oito partidas nesse intervalo sem vencer: quatro pelo Figueirense e quatro pelo Tombense, com três empates e cinco derrotas.
O tamanho da seca encerrada pelo Tombense
Após a vitória sobre o Itabaiana, em maio de 2025, o Tombense viveu uma sequência negativa que incluiu sete empates e oito derrotas sob os comandos de Raul Cabral e, depois, Marcelo Chamusca. O jejum superou a marca de 12 jogos sem vencer registrada em 2022.