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Europa incentiva a troca de fogões a gás por indução: entenda a tendência

Diretrizes de eficiência energética impulsionam a eletrificação de cozinhas e desmentem boatos sobre o fim do cooktop. Saiba o que realmente está mudando e por que a tecnologia é vista como o futuro.

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Quanto custa para manter um fogão de indução no dia a dia
A forma de cozinhar influencia diretamente no consumo. - Créditos: depositphotos.com / brizmaker

Nos últimos tempos, circularam informações sobre uma suposta diretriz da União Europeia que acabaria com os fogões de indução. No entanto, a realidade é o oposto: o bloco europeu está, na verdade, incentivando a transição de fogões a gás para alternativas elétricas, como a indução, como parte de sua estratégia para aumentar a eficiência energética e reduzir as emissões de carbono.

A origem da confusão: foco nos combustíveis fósseis

O mal-entendido parece ter origem na Diretiva de Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), que estabelece metas para eliminar gradualmente caldeiras e sistemas de aquecimento movidos a combustíveis fósseis. A regra foca em aquecedores de ambiente e água, não em eletrodomésticos de cozinha. O objetivo é acelerar a eletrificação das residências, tornando tecnologias como a indução ainda mais relevantes.

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Programas de incentivo impulsionam a troca

Longe de proibir, diversos países europeus criaram programas para estimular a adoção de tecnologias mais limpas. Em Portugal, por exemplo, o programa “E-Lar” oferece apoio financeiro para que os cidadãos substituam seus equipamentos a gás por elétricos, incluindo placas de indução. A medida visa reduzir o consumo de gás natural e promover um uso mais eficiente da energia.

Por que a indução é o futuro da cozinha?

A preferência pela indução não é por acaso. Essa tecnologia é reconhecida por sua alta eficiência energética, já que o calor é gerado diretamente no fundo da panela por um campo eletromagnético, minimizando perdas. Além disso, os cooktops de indução são mais seguros, pois não há chama e a superfície ao redor da zona de cozimento permanece relativamente fria, reduzindo o risco de queimaduras.

E como fica o Brasil?

Embora as diretrizes e incentivos sejam específicos para a Europa, as tendências globais costumam influenciar o mercado brasileiro. Fabricantes que operam internacionalmente tendem a alinhar seus produtos com as regulamentações mais rigorosas. Portanto, é provável que, no futuro, vejamos um aumento na oferta de eletrodomésticos ainda mais eficientes e sustentáveis no Brasil, seguindo o movimento de eletrificação europeu.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.