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Tecnologia da CIVITAS vira prova em casos de roubo na Cidade Universitária do Rio

Chefe da CIVITAS explica como dados e imagens ajudaram a polícia no Fundão

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Tecnologia ajuda polícia a elucidar casos na Cidade Universitária. Foto: Reprodução/Podcast Código Zero

A tecnologia usada pela Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança (CIVITAS) foi apontada como peça-chave para auxiliar a polícia na apuração de uma sequência de ocorrências de roubo na Cidade Universitária, na Ilha do Fundão. Os casos foram registrados ao longo de seis meses em 2025.

A explicação foi dada por Davi Carreiro, chefe executivo da CIVITAS, durante participação no Podcast Código Zero, da Rádio Tupi. Segundo ele, o cruzamento de dados e imagens permitiu identificar padrões e reforçar o trabalho investigativo: “Durante seis meses nós fizemos um trabalho tentando conectar o que tinha em comum entre os 68 carros que foram roubados na Ilha do Fundão. Passamos a cruzar as informações e descobrimos uma das placas, a polícia passou a monitorar esse veículo e num belo dia esse cara entrou no fundão, cometeu um roubo e foi pego em flagrante”.

O uso integrado dessas informações também possibilitou o monitoramento em tempo real, o que contribuiu para o avanço das investigações relacionadas às ocorrências registradas na região da Cidade Universitária.

Como a tecnologia ajudou nas investigações?

De acordo com Davi Carreiro, a análise conjunta de imagens e dados foi decisiva para conectar registros feitos ao longo do período e apoiar a atuação policial. A central atuou como suporte técnico para a apuração dos fatos.

A estratégia fortaleceu a investigação ao permitir uma leitura mais ampla dos eventos, a partir de padrões identificados nos registros coletados ao longo dos meses.