Entenda como consórcio de R$ 60 mil em 72 meses pode gerar crédito superior a R$ 70 mil e ajudar na troca de carro - Super Rádio Tupi
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Automobilismo

Entenda como consórcio de R$ 60 mil em 72 meses pode gerar crédito superior a R$ 70 mil e ajudar na troca de carro

Método planejado para fazer upgrade de carro em até 6 anos

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Entenda como consórcio de R$ 60 mil em 72 meses pode gerar crédito superior a R$ 70 mil e ajudar na troca de carro
Trocar de carro com consórcio e parcelas menores - Créditos: (depositphotos.com / anatoliycherkas)

Trocar de carro sem estourar o orçamento parece distante para muita gente, mas existe uma estratégia pouco explorada que combina planejamento, consórcio e uso inteligente do tempo. A lógica não se resume a escolher entre consórcio ou financiamento, e sim entender como o consórcio pode virar uma ferramenta de alavancagem financeira para chegar a um carro melhor, com parcelas menores e sem sustos no bolso.

Como funciona a forma mais barata de trocar de carro

A proposta central é transformar o consórcio em um plano de troca de carro programado. A ideia é pensar em ciclos de até 72 meses: a cada seis anos, a pessoa consegue fazer um upgrade de aproximadamente R$ 60.000 no valor do carro, sem precisar juntar todo o dinheiro antes ou recorrer direto a um financiamento tradicional.

Parte-se de um cenário comum: alguém que já tem um carro, quitado ou quase pago, e sabe que em alguns anos vai querer ou precisar trocar de veículo. Em vez de esperar a necessidade bater à porta, essa pessoa entra em um consórcio de R$ 60.000, com taxa administrativa em torno de 18%, gerando um saldo devedor próximo de R$ 70.800 em 72 meses, com possibilidade de usar redutores de parcela.

Entenda como consórcio de R$ 60 mil em 72 meses pode gerar crédito superior a R$ 70 mil e ajudar na troca de carro
Trocar de carro com consórcio e parcelas menores – Créditos: (depositphotos.com / anatoliycherkas)

Por que o consórcio pode sair mais barato do que juntar dinheiro

Usando um redutor de 50% até a contemplação, a parcela cai para algo próximo de R$ 491. A pessoa paga esse valor menor enquanto aguarda ser sorteada ou contemplada por lance, construindo o crédito sem comprometer demais a renda mensal e preservando investimentos que podem continuar rendendo.

Em quatro anos de consórcio, por exemplo, seriam pagos cerca de R$ 25.000 em parcelas, mas o crédito disponível poderia chegar próximo de R$ 69.500, considerando reajustes anuais de 5%. Já quem apenas guarda os mesmos R$ 491 por mês provavelmente não teria o valor total para comprar o carro à vista e tenderia a recorrer a financiamento com juros mais altos.

Quando trocar de carro usando o consórcio pode ser um bom negócio

O consórcio abre três caminhos diferentes, dependendo do momento da contemplação. Se a carta de crédito sair cedo, entre o primeiro e o segundo ano, muitas vezes a pessoa ainda não está pronta para trocar de carro, surgindo a oportunidade de vender a carta e lucrar com a valorização do crédito.

Quando a contemplação acontece entre o segundo e o quarto ano, já é possível antecipar a troca do carro ou simplesmente deixar a carta rendendo. O crédito costuma ser reajustado anualmente, acompanhando a inflação e o valor médio dos veículos, funcionando quase como um fundo reservado para a próxima troca planejada.

  • Contemplação no início: possibilidade de vender a carta e lucrar com a valorização.
  • Contemplação no meio do prazo: opção de antecipar a troca ou deixar o crédito corrigindo.
  • Contemplação perto do final: troca de carro no tempo planejado, com parcelas previsíveis.

O que acontece se a contemplação vier apenas no final do consórcio

Se a carta for contemplada só entre o quarto e o sexto ano, o plano segue o roteiro mais previsível: a pessoa troca de carro no tempo planejado, com um upgrade relevante de valor. As parcelas já estavam no radar desde o começo, o que evita apertos repentinos e financiamentos às pressas.

Quem usa meia parcela por muito tempo acumula uma parte do saldo que não foi paga, concentrando a diferença nas parcelas finais. Nessa fase, muitos vendem o carro antigo e usam o valor para complementar o que falta no consórcio, reduzindo o impacto no orçamento e permitindo assumir o novo carro com mais tranquilidade.


Confira a publicação do Nicolas do Consórcio, no YouTube, com a mensagem “A Forma MAIS BARATA de Trocar seu Carro”, destacando estratégia econômica para trocar de veículo, uso do consórcio como alternativa e o foco em reduzir custos na compra do carro:

É melhor guardar dinheiro ou entrar em consórcio para trocar de carro

Uma dúvida comum é se não seria mais vantajoso simplesmente guardar os mesmos R$ 491 por mês em um investimento e, depois, comprar o carro à vista. Nos números apresentados, após quatro anos, quem participa do consórcio poderia contar com um crédito de quase R$ 69.500 ajustado, enquanto quem apenas guardou teria algo próximo dos R$ 25.000 que saíram do próprio bolso, dependendo da rentabilidade.

Pessoas com maior capacidade financeira muitas vezes preferem manter o dinheiro investido e usar crédito mais barato para comprar bens, inclusive carros. Em vez de imobilizar todo o capital em um único veículo, deixam o dinheiro aplicado e utilizam consórcio ou outros tipos de crédito para fazer a troca, mantendo o custo total sob controle e alinhando a garagem ao planejamento financeiro.