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Tereza Cristina, Carminha e mais: 6 vilãs de novela que amamos odiar

Relembre antagonistas que marcaram a teledramaturgia brasileira pela maldade, carisma e bordões inesquecíveis.

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Christiane Torloni, cabelos ondulados, maquiagem, brincos de argola, fundo verde desfocado.
Christiane Torloni, a inesquecível Tereza Cristina de "Fina Estampa", representou uma das vilãs mais icônicas da TV brasileira. Foto: Reprodução/TV Globo

A vilã Tereza Cristina, interpretada por Christiane Torloni em “Fina Estampa” (2011), é um exemplo perfeito das antagonistas que, com carisma e frases de efeito, conquistam o público. A perua má e cheia de si, que aterrorizava a vida de Griselda (Lilia Cabral), se tornou um ícone da cultura pop.

Essa nostalgia abre a porta para relembrar outras grandes vilãs inesquecíveis na teledramaturgia. Elas eram cruéis, manipuladoras e, muitas vezes, divertidas em sua maldade, deixando uma marca permanente na história da TV. Conheça ou relembre cinco delas, além da própria Tereza Cristina.

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Carminha (Adriana Esteves)

Em “Avenida Brasil” (2012), Carminha parou o país. Com sua falsidade e planos mirabolantes para manter a vida de luxo, a personagem infernizou a vida da enteada Rita (Débora Falabella). Suas cenas no lixão e os embates com a família de Tufão (Murilo Benício) são lembrados até hoje como um dos pontos altos da teledramaturgia recente.

Nazaré Tedesco (Renata Sorrah)

Nazaré marcou época em “Senhora do Destino” (2004). Famosa por sequestrar um bebê, empurrar inimigos da escada e por sua tesoura dourada, ela misturava crueldade com um humor ácido. A personagem transcendeu a novela e se tornou um fenômeno na internet, estrelando memes conhecidos mundialmente.

Flora (Patrícia Pillar)

Em “A Favorita” (2008), Flora enganou o público por meses. A trama girava em torno da dúvida sobre quem era a verdadeira vilã, ela ou sua ex-parceira Donatela (Claudia Raia). Quando a máscara de boa moça de Flora caiu, o Brasil conheceu uma das psicopatas mais frias e calculistas da ficção, em uma atuação brilhante de Patrícia Pillar.

Odete Roitman (Beatriz Segall)

Considerada por muitos a maior vilã de todos os tempos, Odete Roitman brilhou em “Vale Tudo” (1988). Com seu desprezo pelo Brasil e sua arrogância sem limites, ela personificou a elite corrupta e sem escrúpulos. O mistério em torno de seu assassinato na reta final da novela mobilizou o país de uma forma raramente vista.

Bia Falcão (Fernanda Montenegro)

A matriarca de “Belíssima” (2005) infernizou a vida de todos ao seu redor. Poderosa e preconceituosa, Bia Falcão colecionou frases marcantes, como o seu famoso bordão “pobreza pega!”. Sua presença imponente e suas críticas ácidas garantiram a ela um lugar no panteão das grandes malvadas da televisão brasileira.