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7 plantas resistentes que se adaptam bem a ambientes com pouca luz
Cuidados básicos para ambientes internos
Plantas dentro de casa já viraram item de decoração, mas sempre aparece a mesma dúvida: como escolher espécies que aguentam pouca luz sem acabar murchas ou morrendo em pouco tempo? Em vez de apostar no improviso, entender quais plantas realmente se adaptam bem a ambientes internos faz toda a diferença para quem quer ter uma “floresta” dentro do apartamento, mesmo longe da janela.
Lugares com pouca luz servem para qualquer planta?
Local com pouca luz não é a mesma coisa que lugar escuro. Ambientes totalmente fechados, onde quase não entra claridade, não são indicados para planta nenhuma, porque toda planta precisa de luz para fazer fotossíntese, mesmo aquelas famosas por “amar sombra”.
Quando se fala em plantas para pouca luz, a ideia é aquele cômodo onde não bate sol direto, mas ainda assim dá para ler confortavelmente durante o dia. É a chamada luz indireta ou difusa, em que a claridade entra, reflete nas paredes, mas o sol não incide direto no vaso.

Zamioculca é uma planta que quase não dá trabalho
A zamioculca é uma das queridinhas de ambientes internos. Originária da África e com hábito semelhante ao de suculentas, armazena água nas raízes e nos caules, o que faz com que tolere bem períodos sem rega e se adapte a luz indireta.
Alguns cuidados básicos evitam problemas: excesso de água pode apodrecer as raízes, e sol forte direto tende a queimar as folhas. Ela também costuma se adaptar bem a ambientes com ar-condicionado, desde que a rega seja moderada e o substrato tenha boa drenagem.
Palmeira ráfis é boa opção para ambientes com crianças
A palmeira ráfis, também chamada de ráfis ou rafinha, é muito usada em salas, corredores e varandas fechadas. Em vaso, costuma ficar com uma altura amigável para interiores e aceita desde locais com sol direto até espaços com pouca luz, desde que haja claridade constante.
Outro ponto importante é que a ráfis é considerada livre de toxinas, o que a torna escolha comum para casas com crianças pequenas ou animais curiosos. O cuidado principal é com a rega: se o solo ficar seco por muito tempo, as pontas das folhas podem ressecar.
Quais plantas pendentes e estruturadas se dão bem na sombra
Para quem gosta de plantas pendentes, a jiboia é uma das mais versáteis. Ela tolera bem desde ambientes com bastante claridade até locais mais sombreados, mantendo sua cor verde intensa ou mesclada e criando um efeito de “cascata verde” em prateleiras e suportes altos.
Já a espada-de-são-jorge, também conhecida como língua-de-sogra, é uma planta ereta, de folhas firmes e alongadas. Ela suporta desde luz difusa até sol pleno e é famosa por ser resistente, podendo crescer a ponto de estourar vasos apertados, o que exige atenção na escolha do recipiente.
Confira a publicação do Cultivando, no YouTube, com a mensagem “7 PLANTAS que suportam locais com POUCA LUZ”, destacando seleção de espécies resistentes à sombra, dicas para ambientes internos com baixa luz e o foco em facilitar o cultivo em casa:
Quais cuidados extras ter com plantas tóxicas e floridas
Algumas plantas vistosas pedem atenção redobrada em casas com crianças e animais. A popular comigo-ninguém-pode é considerada extremamente tóxica se ingerida, enquanto os antúrios se destacam pelas flores e boa adaptação a interiores com luz indireta.
Para facilitar a escolha segura e o manejo correto dessas espécies em ambientes internos, vale observar alguns pontos essenciais antes de levar qualquer vaso para casa:
- comigo-ninguém-pode: visual chamativo, mas exige cuidado redobrado com ingestão acidental.
- antúrio: florido, fácil de encontrar e adaptado a interiores com luz difusa.
- ambas preferem ambientes sem sol direto forte nas folhas, com rega regular e substrato drenado.
- é importante sempre verificar o nível de toxicidade antes de levar qualquer planta para casas com crianças ou pets.
Marantas são indicadas para quem já tem um pouco mais de prática
As marantas são muito procuradas por causa dos desenhos nas folhas, que variam bastante entre as espécies. Elas preferem ambientes sombreados, com pouca incidência de sol direto, pois o excesso de luz pode deixar as folhas enroladas ou queimadas nas pontas.
Apesar de ótimas para interiores, costumam ser mais sensíveis e exigem atenção a umidade, ventilação e rega. Não gostam de substrato encharcado por longos períodos, respondem bem a ambientes úmidos e protegidos de ventos fortes e são ideais para quem está disposto a observar e ajustar os cuidados com frequência.