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Boavista tenta virada contra o Botafogo para avançar à final da Taça Rio
Verdão de Saquarema tenta se aproveitar de time misto do Botafogo para buscar a virada de três gols que precisa para reverter o placar
O Boavista encara o Botafogo, neste sábado (28), às 19h30, no Nilton Santos, buscando reverter uma desvantagem de dois gols no segundo jogo da semifinal da Taça Rio. Além de uma vaga na final, o duelo também é importante para que o Verdão de Saquarema possa conquistar uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro de 2027.
No confronto de ida, o alviverde perdeu por 2 a 0, em casa, e precisa de uma vitória por três gols de diferença para carimbar a classificação à final. Caso vença por dois gols de diferença, o duelo vai para os pênaltis. O técnico Gilson Kleina revelou que espera uma equipe mobilizada e motivada para conseguir o triunfo.
“O que eu quero é que nós estejamos disciplinados taticamente e motivados, acreditando até o final para que possamos fazer o resultado. Mas, para isso, temos que fazer o nosso melhor, diminuir os erros e aumentar a efetividade. Temos que ser competentes e aproveitar as chances que criarmos. Fizemos os ajustes táticos necessários e trabalhamos para que os atletas possam ter autoestima e ganhem confiança. O futebol é coletivo e precisamos um do outro. Espero que todos estejamos mobilizados para que possamos atingir o objetivo”, disse.

O Boavista terá quatro desfalques para este jogo. O volante Emanuel Jesus segue de fora devido a um trauma no joelho direito, assim como o zagueiro Guilherme Lacerda, que sofreu um estiramento na virilha esquerda no primeiro confronto da semifinal. O meia Leandrinho teve uma distensão na panturrilha direita no duelo contra o Maringá, pela Copa do Brasil, e também está cortado. Já o zagueiro Gabriel Caran teve uma distensão no adutor da coxa direita no último treino e não tem condições de jogo.
Destaques da equipe
Os principais destaques do Verdão são Isael e o atacante Brunão. Enquanto o primeiro terminou a Taça Guanabara como líder em assistências e jogador com mais participações em gol na competição, o segundo é o artilheiro da equipe, com dois gols em oito jogos. Para Gilson Kleina, o triunfo tem que ser construído passo a passo.
“Não adianta pensar no segundo e no terceiro gol se não fizermos o primeiro. Antes de tudo precisamos não tomar gol, e depois temos que criar e aproveitar as oportunidades. A gente sabe que vai pegar uma equipe rápida, que tem uma plataforma de jogo bem vertical. Então, temos que neutralizar esses pontos fortes, impor o nosso jogo e também que a bola seja premiada pelas nossas decisões e atitudes”, finalizou.