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Férias que viraram pesadelo: Miá Mello relata dias de angústia no Catar

Atriz e marido estão em Doha desde sábado, sem previsão de retorno ao Brasil

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Foto Reprodução

Atriz Miá Mello está retida no Catar há uma semana após escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã fechar o espaço aéreo da região. O que seria uma escala de 12 horas no Aeroporto Internacional Hamad, em Doha, virou uma espera sem prazo de resolução para ela e o marido, Lucas Melo, que viajavam de volta da Tailândia ao Brasil em voo da Qatar Airways.

Ao chegar à conexão no sábado, o casal recebeu alertas no celular informando que a cidade era alvo de ataques. Miá encontrou um hotel próximo ao aeroporto, onde permanece hospedada até esta quarta-feira, somente com a bagagem de mão.

Explosões nos primeiros dias, silêncio nos últimos dois

Nos dias iniciais, a atriz relatou à CNN ter ouvido explosões. “A gente olhava para a janela, preocupados”, disse ela. A situação aparenta ter amenizado: “Há dois dias não escutamos explosões, então isso acalma o coração.”

O aeroporto segue sem operação e sem funcionários. A atriz conta que o contato com a Qatar Airways é difícil, e que as atualizações da companhia têm sido publicadas apenas no X. Segundo Miá, a bagagem despachada do casal está retida e os dois evitam ir ao terminal por considerá-lo um possível alvo. A principal fonte de orientação tem sido a Embaixada do Brasil.

Qatar Airways só deve se pronunciar na sexta-feira

Nesta quarta, a situação piorou. “Hoje foi o pior dos dias, porque informaram que o espaço aéreo está fechado e só vão emitir outro comunicado na sexta-feira”, relatou a atriz. Sem previsão de voos, o casal chegou a considerar uma rota terrestre, mas a Embaixada brasileira desaconselhou a alternativa.

Para se preparar para diferentes cenários, Miá e Lucas solicitaram visto para a Arábia Saudita, com a ideia de cruzar a fronteira por terra e embarcar de lá para a Etiópia ou a Itália. A comediante afirmou que o hotel também não tem como orientá-los: “O staff informa que a situação não tem precedentes, então não há orientação sobre o que fazer.”