Mulher com 39 registros criminais é presa por golpe 'Boa Noite, Cinderela' no Rio - Super Rádio Tupi
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Mulher com 39 registros criminais é presa por golpe ‘Boa Noite, Cinderela’ no Rio

Suspeita usava apps de relacionamento para dopar idosos

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

Uma mulher de 39 anos, com um histórico de 39 ocorrências criminais, foi detida nesta quinta-feira (05) em Honório Gurgel, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ela é acusada de ser a responsável por uma série de golpes do “Boa Noite, Cinderela” e estava com cinco mandados de prisão em aberto por roubo.

Durante a operação, agentes encontraram em posse da suspeita os medicamentos utilizados para dopar as vítimas, além de diversos celulares.

Idosos e vulneráveis: o alvo da criminosa

As investigações revelaram que a mulher utilizava aplicativos de relacionamento para selecionar suas vítimas, focando em indivíduos em situação de vulnerabilidade, especialmente idosos. A suspeita marcava encontros, adulterava bebidas com entorpecentes e, após as vítimas perderem a consciência, subtraía cartões bancários, documentos e dinheiro. Além disso, ela realizava transferências e compras online usando os celulares dos dopados.

Entenda o Golpe “Boa Noite, Cinderela”

Métodos e consequências desta prática criminosa.

💊 Modus Operandi

A criminosa marcava encontros e adulterava bebidas com entorpecentes para dopar as vítimas.

📱 Alvo e Abordagem

Uso de aplicativos de relacionamento para abordar pessoas em situação de vulnerabilidade, incluindo idosos.

💰 Prejuízos Causados

Roubo de cartões, documentos e dinheiro, além de transferências e compras online via celular das vítimas.

🚨 Reincidência Recorde

A suspeita possui 39 registros criminais e cometeu ao menos 12 novos crimes após fuga da prisão.

Em um dos casos documentados, um homem de 89 anos foi encontrado severamente debilitado pela substância entorpecente. A Polícia Civil relata que, mesmo após ter fugido do sistema prisional, ela cometeu ao menos mais 12 crimes.

Fuga e reincidência levantam debate

A mulher havia saído da prisão em março de 2025 para uma visita domiciliar e não retornou, permanecendo em situação irregular e com mandados ativos. A persistência em atividades criminosas, conforme apontado por investigadores, ilustra a dificuldade em que a Polícia Civil se encontra, em face de leis que, por vezes, permitem o rápido retorno de condenados às ruas.