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“Uma civilização inteira morrerá”, diz Trump em nova ameaça ao Irã

Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que o momento pode marcar um ponto decisivo na história global

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Donald Trump foi o responsável pelo retorno dessa franquia de sucesso
Em carta enviada ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, 31 parlamentares democratas afirmaram que as ações do governo Trump fazem parte de um padrão mais amplo de interferência em processos eleitorais da região. Créditos: depositphotos.com / palinchak

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra o Irã e afirmou nesta terça-feira (7) que “uma civilização inteira morrerá esta noite”, em referência ao país persa, diante do prazo final estabelecido pela Casa Branca para um acordo envolvendo o Estreito de Ormuz.

Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que o momento pode marcar um ponto decisivo na história global. “Eu não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá. […] Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim. Deus abençoe o grande povo do Irã!”, escreveu.

Na segunda-feira (6/3), durante entrevista coletiva na Casa Branca, Trump já havia feito ameaças semelhantes. Na ocasião, o republicano classificou o ultimato como definitivo e afirmou que as Forças Armadas dos Estados Unidos têm capacidade de destruir toda a infraestrutura estratégica iraniana em poucas horas. “Temos um plano que prevê que todas as pontes do Irã serão destruídas à meia-noite, e que todas as centrais elétricas ficarão fora de serviço”, declarou.

Trump ainda afirmou não estar “preocupado” com a possibilidade de que ataques a instalações energéticas iranianas sejam considerados crimes de guerra. Em postagem anterior, no domingo (5/2), ele já havia ameaçado o país com palavrões, condicionando uma escalada militar à reabertura do Estreito de Ormuz.

O presidente classificou como “insuficiente” a proposta de cessar-fogo de 45 dias, apesar de reconhecer avanços nas negociações. A iniciativa mediada pelo Paquistão foi rejeitada pelo governo iraniano, que exige um acordo definitivo para encerrar o conflito.